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EDUCAÇÃO

Menina morre ao cair e bater a cabeça durante ”desafio da rasteira”

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Uma menina de 16 anos morreu após participar de uma brincadeira que se popularizou na internet e chama atenção pela alta periculosidade. Emanuela Medeiros, de 16 anos, bateu a cabeça no chão da escola onde estudava.

Ela sofreu traumatismo craniano, foi socorrida pela direção do colégio e encaminhada ao hospital, mas não resistiu e morreu. O caso ocorreu em novembro do ano passado em Mossoró-RN, mas só viralizou esta semana.

A adolescente participava de uma brincadeira com outras duas meninas que guiava a colega como proceder. Após pular e sofrer uma rasteira, ela bateu a cabeça no chão e acabou se ferindo.

Um vídeo com a brincadeira é reproduzido por diferentes crianças e está circulando nas redes sociais.

O desafio do “quebra-crânio” é feito com a participação de três pessoas. As que ficam nas extremidades e pulam. Depois, a do meio, que não sabe como o jogo funciona, e também pula. Neste momento, as duas dão uma rasteira no indivíduo desavisado, que cai no chão.

Um dos vídeos que viralizou foi gravado no colégio Santo Tomás de Aquino, em Caracas, na Venezuela. A escola confirmou o ocorrido e, em comunicado, afirmou que os alunos envolvidos e seus pais foram convocados para que pudessem tomar as medidas necessárias.

Leia mais:  UFU e UFTM analisam impactos antes de decidirem sobre ofício do MEC contra aumento de despesas

A “brincadeira” pode ser perigosa, como dá para ver pelas gravações. A pessoa do meio é pega de surpresa e pode bater a cabeça ou outras partes do corpo com bastante força no chão, como ocorreu com a menina que morreu em Mossoró.

Por: Jornal de Brasília

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EDUCAÇÃO

UFU e UFTM analisam impactos antes de decidirem sobre ofício do MEC contra aumento de despesas

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O Ministério da Educação (MEC) enviou no dia 4 de fevereiro um ofício às universidades federais vedando o aumento de despesas com pessoal ativo e inativo que não esteja previsto no orçamento de 2020.

Após o anúncio, a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e o Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) foram procurados pela TV Integração e pelo G1, que informaram que iniciaram estudos e análises antes de adotarem qualquer medida.

Em janeiro, a reportagem mostrou qual era a previsão da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2020 para a duas universidades. Apesar de o valor ter sido maior do que o previsto no ano anterior, as universidades disseram para a reportagem que eles não cobriam a inflação registrada em 2019, que foi de mais de 4%.

Veja também:

No documento, o MEC alega que o pedido é o resultado da perda de R$ 2,7 bilhões para pagamento de despesas que estavam previstos no orçamento do Ministério da Educação. A verba foi retirada durante a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2020 no Congresso Nacional.

Ofício do MEC veda contratação de novos professores  — Foto: Reprodução/G1Ofício do MEC veda contratação de novos professores  — Foto: Reprodução/G1

Ofício do MEC veda contratação de novos professores — Foto: Reprodução/G1

De acordo com o ofício do MEC, as instituições devem “observar a legislação” ao promover “novos atos que aumentem as despesas com pessoal ativo e inativo”, incluindo “benefícios e encargos a servidores e empregados públicos” e “abster-se de realizá-las em montantes cujos totais não estejam devidamente autorizados”.

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Com isso, além da contratação de novos professores, poderão ser vedados pagamentos como a promoção por especialização (como quando os professores obtêm título de doutorado), adicional por insalubridade ou periculosidade, substituições de chefia, auxílios maternidade e pré-escolar, entre outros.

O problema ocorre quando as leis são sobrepostas – como a Lei de Responsabilidade Fiscal sobre a trabalhista.

O que dizem as universidades

UFU

Sobre o anúncio do MEC, a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) informou, por meio da assessoria de comunicação, que está em fase de finalização da análise de todo o orçamento para definir quais medidas serão adotadas.

Para 2020, a orçamento previsto é de R$ 1,076 bilhão para a universidade, o que representa o crescimento de 0,56% em relação à previsão do último ano, que foi de R$ 1,07 bilhão.

Já para o Hospital de Clínicas da UFU, neste ano a previsão é de R$ 285 milhões, o que significa uma redução 10% nas verbas em relação ao orçamento que foi disposto em 2019, que foi de R$ 316,7 milhões.

UFU informou que analisa orçamento antes de adotar qualquer medida — Foto: Reprodução/TV IntegraçãoUFU informou que analisa orçamento antes de adotar qualquer medida — Foto: Reprodução/TV Integração

UFU informou que analisa orçamento antes de adotar qualquer medida — Foto: Reprodução/TV Integração

UFTM

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Em nota, a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) informou que as pró-reitorias de Recursos Humanos (ProRH) e de Administração (Proad) iniciaram estudos para averiguar os impactos nas despesas com pessoal ativo e inativo após o ofício do MEC.

Esses estudos tomarão por base as características do quadro de pessoal da UFTM, em comparação ao que está previsto na Lei Orçamentária Anual de 2020, para identificar as eventuais providências a serem adotadas.

Ainda conforme o texto, a reitoria da UFTM, assim como as coordenações dos fóruns de Pró-Reitores de Planejamento e de Pró-Reitores de Gestão de Pessoas, disseram que têm se empenhado junto ao MEC e à Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) para que a situação seja revista e garantiram que estão acompanhando os desdobramentos das ações adotadas.

Para 2020, conforme noticiou o G1a previsão orçamentária da UFTM é de mais R$ 378,51 milhões. O valor representa aumento de 3,88% em relação ao que foi estimado em 2019 pelo MEC, que foi R$ 364,37 milhões.

Já os recursos previstos para o Hospital de Clínicas da UFTM (HC-UFTM) neste ano eram de R$ 124.834.202, ou seja, 18% a menos do que o último ano, quando foram orçados R$ 152.185.028.

UFTM estuda as características do quadro de pessoal para tomar decisão após anúncio do MEC — Foto: Reprodução/TV IntegraçãoUFTM estuda as características do quadro de pessoal para tomar decisão após anúncio do MEC — Foto: Reprodução/TV Integração

UFTM estuda as características do quadro de pessoal para tomar decisão após anúncio do MEC — Foto: Reprodução/TV Integração,

Por: G1

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