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Mais 3 militares deixam o governo após saída do general Santa Rosa da SAE

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Presidência da República

Santa Rosa chegou ao governo por meio do ex-ministro Gustavo Bebianno


A saída de militares do governo Bolsonaro não parou no ex-secretário de Assuntos Estratégicos, general Maynard Marques Santa Rosa. Motivados com a ação do chefe, outros três militares pediram demissão no final da última segunda-feira (4).

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Junto com Santa Rosa saíram Lauro Luís Pires da Silva, general de divisão do Exército, que era secretário especial adjunto; Ilídio Gaspar Filho,general de divisão, que era secretário de Ações Estratégicas; e Walter Félix Cardoso Junior,ex-assessor especial, subordinado a Lauro Silva. Os três militares tinham assumido os postos pelas mãos de Santa Rosa.

De acordo com pessoas próximas ao general Santa Rosa , ele decidiu sair do governo por desentendimentos com Jorge Oliveira.

General de quatro estrelas, Santa Rosa chegou ao governo Jair Bolsonaro pelas mãos do ex-ministro Gustavo Bebianno. Na ocasião, o governo divulgava que, sob o comando de Santa Rosa, a SAE voltaria a de fato traçar estratégias para a formulação de políticas públicas de longo prazo para a presidência da República.

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Arthur do Val pede o impeachment de Bolsonaro por falta de kit intubação

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Deputado federal Arthur do Val
Divulgação/Assembleia Legislativa de São Paulo

Deputado federal Arthur do Val

O deputado estadual Arthur do Val (Patriotas), conhecido como Mamãe Falei , protocolou nesta sexta-feira (16) um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por conta da falta de kit intubação no estado de São Paulo. O pedido se sustenta nos requerimentos do governo solicitando medicamentos ao Ministério da Saúde , que não foram entregues.

“Desde o começo do ano de 2021, quando começou a faltar medicamentos do kit intubação, o Estado de São Paulo enviou diversos ofícios ao Ministério da Saúde pedindo ajuda. Tais ofícios não foram sequer respondidos. Quando finalmente o Estado de São Paulo estava em vias de conseguir os kits, a União, a mando do presidente da República, age de forma desleal, desafiando a decisão do STF e induzindo o sistema de saúde paulista ao colapso, tudo com o único propósito de satisfazer os delírios do presidente da República”, diz trecho do documento apresentado à Câmara.

No texto, o deputado sustenta que e “é crime de responsabilidade ‘intervir em negócios peculiares aos Estados ou aos Municípios com desobediência às normas constitucionais’. Evidentemente, houve uma intervenção na administração paulista, cujos esforços e planejamento na área da saúde ficaram totalmente desestruturados”.

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