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Mães são detidas após deixar filhos amarrados em cadeiras e sair para passear

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Mães são detidas após amarrarem filhos em cordas em cadeiras de praia
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Mães são detidas após amarrarem filhos em cordas em cadeiras de praia

Duas mulheres foram detidas pela polícia na última sexta-feira (1) por deixarem seus filhos amarrados em cadeiras de praia para irem passear. O caso ocorreu em Cidreira, no Rio Grande do Sul , e elas foram denunciadas por maus-tratos.

Banhistas denunciaram a policiais a situação após perceberem que as crianças, um menino e uma menina, ficaram amarradas por cerca de uma hora sem responsáveis por perto

Para a Polícia, as detidas, que são mãe e filha, disseram que estavam fazendo compras e tomando banho de mar . O Coronel responsável pelo caso, Marcel Vieira Nery, informou que uma corda

As mulheres foram liberadas da delegacia, e as crianças foram entregues ao conselho tutelar. “‘É uma situação inusitada, para não dizer outra coisa”, declarou o coronel Marcel ao jornal Gazeta Zero Hora.

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Câmara dos Deputados vota esta semana a PEC Emergencial

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Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados marcou para esta semana a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a PEC Emergencial . O presidente da Casa, Arthur Lira, anunciou que pautará a PEC para apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões.

A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto na terça-feira (9) e, no dia seguinte, a votação em plenário em dois turnos. Na avaliação de Lira, é importante aprovar logo a PEC para possibilitar o pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial à população ainda em março. O relator da proposta na Câmara é o deputado Daniel Freitas (PSL-SC).

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários. A PEC também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos .

No Senado, o texto sofreu mudanças importantes. O relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) teve que ceder à resistência de vários colegas e foi retirado o trecho mais polêmico do seu parecer, o fim da vinculação obrigatória de parte do orçamento a investimentos com saúde e educação. Bittar também retirou a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos, como expediente de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Bittar adicionou uma “trava” a mais para evitar um gasto excessivo com o auxílio emergencial. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. O governo estima retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

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