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POLÍTICA

“Lula faz parte do passado do país”, diz Sergio Moro

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Reprodução/Internet

“Os problemas judiciais dele permanecem e cabe a ele resolver”, diz Moro sobre Lula

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou nesta segunda-feira (2) à rádio Jornal Caruaru  que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz parte do seu passado e do passado do país. “Eu nem gosto muito de falar dele”, disse, fugindo de perguntas sobre o petista.

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Moro tentou se distanciar de associações aos processos que Lula responde na Justiça. “Os problemas judiciais dele permanecem e cabe a ele resolver. A gente não tem nenhuma interferência”, disse. O ministro, no entanto, vê que o ex-presidente foi beneficiado pela decisão do Supremo Tribunal Federal.

“Se alguém foi absolvido de um crime, a pessoa fica tranquila. Mas se a pessoa foi condenada, ela precisa sofrer as consequências, senão o sistema não funciona”, explicou. O ministro realçou que um dos principais destaque do pacote anticrime , ao seu olhar, seria a prisão em 1ª instância, para que “não haja impunidade”.

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“Um dos fatores que estimula a prática de crimes é a impunidade. O crime se combate de várias maneiras. Uma delas é reduzir a impunidade”, afirmou Moro .

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POLÍTICA

Tribunal Superior Eleitoral aprova criação do 33º partido do país

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Agência Brasil

Sigla teve assinaturas coletadas em 15 estados

O Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) aprovou, nesta terça-feira, o 33º partido político do Brasil. Chamado de Unidade Popular , a nova sigla defende, em seu programa, a nacionalização do sistema bancário, da terra, das gravadoras de música e das produtoras de filme; o fim do pagamento da dívida externa; a reestatização das empresas estatais privatizadas; a “socialização de todos os grandes canais de televisão, jornais e rádios”; o fim do vestibular; e eleições para escolha de juízes.

Também prega o “controle social de todos os monopólios e consórcios capitalistas e dos meios de produção nos setores estratégicos da economia” e a “planificação da economia para atender às necessidades da população e acabar com as desigualdades regionais e sociais”.

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Segundo o TSE, a legenda reuniu 497.230 assinaturas de apoio em 15 estados. Foi o suficiente para cumprir as regras de criação de partido. É necessário ter o apoio, coletado em no máximo dois anos, de 0,5% dos votos válidos dados na última eleição para a Câmara dos Deputados. Também é preciso ter o apoio de 0,1% dos eleitores de pelo menos nove estados.

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