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Lula diz que aliança com Alckmin é um “salto de qualidade”

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Lula em evento no estado de Pernambuco
Reprodução/Youtube

Lula em evento no estado de Pernambuco


Nesta quinta-feira (21), em evento realizado em Pernambuco, o ex-presidente e pré-candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que sua chapa com o ex-governador Geraldo Alckmin é um “salto de qualidade” na sua campanha. O petista destacou que buscou uma “aliança política” com “gente que é diferente”.

“Eu resolvi voltar e resolvi procurar o Alckmin, porque eu precisava ter um companheiro com qualidade. E uma pessoa que governou São Paulo por 16 anos tem qualidade suficiente para me ajudar a consertar esse país. Eu não fui pedir o Alckmin em casamento, ele já está casado e eu também. Eu fui estabelecer uma aliança política com um segmento político que não era meu, para que a gente faça uma somatória de gente que é diferente”, explicou Lula. “Eu acho que foi um salto de qualidade”.

No começo do ano, Alckmin sofreu com a resistência de algumas alas da esquerda por conta do seu passado no PSDB. Porém, com o lançamento da pré-campanha da chapa em maio, o ex-governador conseguiu quebrar algumas barreiras e o seu bordão “lula com chuchu” viralizou entre os militantes petistas.

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Lula relembrou que enfrentou o PSDB de 1994 a 2006, perdendo duas eleições e vencendo outras duas, e que as divergências sempre ficaram no campo democrático. Segundo ele, o cenário é completamente diferente em relação ao que tem ocorrido na disputa contra o presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Nós não estamos enfrentando uma eleição comum, estamos enfrentando um fascista cercado de miliciano por todos os lados e que nós precisamos derrotar para recuperar a democracia”, criticou.

O PT oficializou a candidatura de Lula à Presidência da República nesta quinta. Ele concorreu em outras cinco oportunidades, perdendo em 1989, 1994 e 1998 e vencendo em 2002 e 2006.


Alckmin concorrerá como vice numa chapa presidencial pela primeira vez. Ele foi escolhido para buscar votos da centro-direita e de setores que o PT enfrenta resistência, principalmente com empresários do agronegócio e do mercado financeiro.

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Fonte: IG Política

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Sanders pede que EUA rompam com o Brasil se eleição for desrespeitada

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O senador americano Bernie Sanders
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O senador americano Bernie Sanders

Bernie Sanders, senador democrata pelo estado de Vermont, anunciou na quinta-feira que apresentará uma moção no Senado dos EUA em defesa da democracia e do respeito ao processo eleitoral brasileiro, assim que os parlamentares voltarem do recesso, ainda este mês. Em julho, Sanders se encontrou com 19 representantes de organizações da sociedade civil brasileira, no Capitólio, em Washington, em viagem organizada pelo WBO (Washington Brazil Office).

A moção de Sanders pede que o governo americano rompa as relações com o governo brasileiro caso o presidente Jair Bolsonaro cumpra as ameaças que tem feito publicamente de não respeitar o resultado das urnas na eleição presidencial.

“Seria inaceitável para os EUA reconhecer e trabalhar com um governo que, na verdade, tenha perdido as eleições. Isso seria um desastre para o povo brasileiro e mandaria uma mensagem desastrosa ao mundo todo sobre a força da democracia”, disse o senador ao site Politico.

Esse tipo de moção não tem força de lei, mas tem a capacidade de influenciar a tomada de decisões do governo. Na prática, o gabinete de Sanders vai se empenhar para recolher o máximo de assinaturas possíveis em apoio à moção, que normalmente é acolhida por aclamação.

Na ocasião do encontro, em 26 de julho, Sanders declarou:

“O que eu ouvi (da comitiva), infelizmente, soa muito familiar para mim, por causa dos esforços de (Donald) Trump e de seus amigos para minar a democracia americana. Não estou surpreso que Bolsonaro esteja tentando fazer o mesmo no Brasil. Esperamos muito que o resultado das eleições [brasileiras] seja reconhecido e respeitado, e que a democracia prevaleça, de fato, no Brasil.”

Além de Sanders, a comitiva brasileira visitou, no Capitólio, os deputados Jamie Raskin (Maryland, membro da comissão que investiga o 6/1), Hank Johnson (Geórgia), Mark Takano (Califórnia) e Sheila Cherfilus McCormick (Flórida), além dos assessores dos senadores Patrick Leahy (Vermont, presidente do Senado) e Ben Cardin (Maryland). O intuito foi informá-los sobre a situação no Brasil, onde o presidente Jair Bolsonaro tem atacado a Justiça e colocado sob suspeição o sistema eleitoral e o resultado das urnas.

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Fonte: IG Política

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