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Luciano Huck, Doria, Ciro Gomes e outros alertam para ameaça à democracia

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Doria, Mandetta e Huck assinam manifesto sobre ameaça à democracia
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Doria, Mandetta e Huck assinam manifesto sobre ameaça à democracia

Em um manifesto divulgado no começo da noite desta quarta-feira, os governadores João Doria e Eduardo Leite (PSDB) , os ex-ministros Ciro Gomes (PDT) e Luiz Henrique Mandetta (DEM) , o apresentador Luciano Huck e o ex-presidenciável João Amoedo (Novo) dizem que a democracia brasileira é ameaçada.

“Muitos brasileiros foram às ruas e lutaram pela reconquista da Democracia na década de 1980. O movimento “DiretasJá” uniu diferentes forças políticas no mesmo palanque, possibilitou a eleição de Tancredo Neves para a Presidência da República, a volta das eleições diretas para o Executivo e o Legislativo e promulgação da Constituição Cidadã de 1988.Três décadas depois, a Democracia brasileira é ameaçada”, afirmam.

No texto, não há menção direta ao presidente Jair Bolsonaro, mas os signatários dizem que o autoritarismo pode emergir se a sociedade se descuidar da defesa dos valores democráticos. “Exemplos não faltam para nos mostrar que o autoritarismo pode emergir das sombras, sempre que as sociedades se descuidam e silenciam na defesa dos valores democráticos.”


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Os signatários também convocam por uma união nacional. “Homens e mulheres desse país que apreciam a liberdade, sejam civis ou militares, independentemente de filiação partidária,cor, religião, gênero e origem, devem estar unidos pela defesa da consciência democrática. Vamos defender o Brasil”, concluem.

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STF decide se confirma decisão de Fachin que anulou condenações de Lula; assista

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Ex-presidente Lula
Ricardo Stuckert

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta quarta-feira (14) se confirma a decisão do ministro Edson Fachin que declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para conduzir os casos envolvendo o ex-presidente Lula. O entendimento permitiu que todas as condenações contra o petista fossem anuladas no âmbito da Operação Lava Jato.

Os ministros vão decidir se mantêm ou se derrubam, na íntegra ou parcialmente, todos os pontos levantados na decisão que o relator da Lava Jato no STF proferiu há cerca de um mês.

Na decisão monocrática, Fachin enviou os quatro processos (triplex do Guarujá, sítio de Atibaia, terreno do Instituto Lula e doações da Odebrecht ao mesmo instituto) à Justiça Federal do DF e determinou o arquivamento da suspeição do ex-juiz federal Sergio Moro.

A estratégia do ministro com a decisão era tentar reduzir danos, tirando o foco de Moro e evitando uma derrota para a Lava Jato. Fachin tinha a expectativa de retirar o objeto de julgamento na Segunda Turma que decidiu sobre a suspeição de Moro.

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