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POLÍTICA

Lira tentou fazer acordo com o Supremo após prisão de Daniel Silveira; confira

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Deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ)
Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados

Deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ)

Após a prisão do deputado da ala bolsonarista  Daniel Silveira (PSL-Rio), por ordem do ministro Alexandre de Moraes, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, tentou fazer um acordo com o Supremo para aliviar a situação de atrito. As informações foram publicadas pelo ‘Estadão’.

Conforme relatos colhidos pelo jornal, o presidente da Câmara discutiu em reunião com interlocutores do Supremo Tribunal Federal (STF) propor um acordo. Ele pediria desculpas públicas à Corte, ressaltando que a posição de Silveira não representava o entendimento majoritário no Congresso. 

A ideia seria dissociar o Congresso Nacional das ameaças feitas pelo parlamentar e evitar que os deputados tenham que decidir se mantêm ou não uma ordem do Supremo, referendada ontem pelos 11 ministros. Dessa forma, o episódio seria tratado como um problema interno da Câmara, que poderia ser resolvido pelo Conselho de Ética.

Antes de entrar em contato com membros do Supremo para tentar selar o acordo, Lira teve conversas com o presidente Jair Bolsonaro, em que buscava saber qual seria a melhor abordagem para lidar com a situação.

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O presidente da Câmara também tentou conversar com Moraes, mas num primeiro momento foi informado que o ministro estava viajando. Quando ele conseguiu o contato, a ordem de prisão já estava assinada.

Após a publicação do vídeo, a prisão de Silveira já era dada como certa antes mesmo de a decisão ser assinada pelo ministro Alexandre de Moraes. Relator dos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos, o ministro já mandou para a prisão apoiadores de Bolsonaro por defenderem medidas antidemocráticas.

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POLÍTICA

Mandetta ironiza decisão do governo comprar vacinas: “Antes tarde do que nunca”

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Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)
Reprodução: iG Minas Gerais

Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)

Luiz Henrique Mandetta , ex-ministro da Saúde, demitido do cargo em abril de 2020, ironizou nesta quarta-feira (3) a situação do governo federal, que anunciou que irá adquirir doses das vacinas da Pfizer e da Jansen.

Seis meses depois de oferecer cerca de 70 milhões de doses de imunizantes, o governo federal deve, enfim, adquirir as vacinas da Pfizer contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2). A informação foi confirmada pelo ministro da saúde, Eduardo Pazuello.

Poucos minutos depois, Mandetta usou as redes sociais para ironizar a compra das vacinas, em um momento onde os resultados econômicos e referentes à pandemia são negativos.

Citando “recessão e falsos dilemas econômicos”, Mandetta se pronunciou. Confira o tuíte:

Desde que foi demitido da pasta, por discordâncias ideológicas com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Mandetta vem se manifestando contra ações governamentais. 

Na última terça, quando o Brasil registrou mais de 1700 mortes em decorrência da Covid-19 , o médico alertou que  “Se voltar tudo ao normal, acontece uma Manaus generalizada no Brasil”, e que a falta de ação do governo “não é solidário com as famílias”.

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