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Kátia Abreu diz que novo chanceler “não tem o direito de errar”

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Senadora Kátia Abreu no Roda Viva (5/4)
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Senadora Kátia Abreu no Roda Viva (5/4)

A Senadora Kátia (PP-TO) falou, nesta segunda-feira (5), sobre a troca no comando das Relações Exteriores, de Ernesto Araújo por  Carlos Alberto França. Segundo a presidente das Relações Exteriores, o novo chanceler “não tem o direito de errar”.

“O chanceler novato precisa de uma oportunidade e está tendo. Mas ele não tem direito de errar. A formação dele foi no Rio Branco. A cadeira do chanceler não é escola de diplomatas. Nós esperamos que essa situação [a troca de Araújo] seja uma instrução pedagógica para erros não serem cometidos novamente”, disse, no programa Roda Viva, da TV Cultura.

A Senadora afirma que o foco do momento deve ser “a diplomacia da vacina”. Segundo Kátia Abreu, para que o Brasil chegue a seu objetivo de vacinar toda a população no menor tempo possível, o governo, incluindo Bolsonaro, “deve refazer suas ralações diplomáticas”. Segundo ela, o presidente dá a entender que “está trabalhando a favor da pandemia, e não contra ela”.

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“Vou tomar por último, tem muita gente apavorada”, diz Bolsonaro sobre vacina

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Presidente Jair Bolsonaro
Foto: Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Na sexta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não pretende tomar a vacina da Covid-19 agora. Em conversa com apoiadores que o esperavam em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente justificou que a decisão é pelo fato de ter “muita gente apavorada” esperando pela vacina.

“O que acontece, tem muita gente apavorada aí aguardando a vacina, então deixa as pessoas tomarem na minha frente. Vou tomar por último. Eu acho que essa é uma atitude louvável. Porque tem gente que não sai de casa, está apavorado dentro de casa”, disse Bolsonaro. O presidente chegou a se queixar que a imprensa teria criticado a sua decisão de se vacinar por último. “Em vez da imprensa me elogiar, me critica”, afirmou.

Bolsonaro está apto a receber a vacina no Distrito Federal desde o dia 3 de abril. Antes, ele explicava que não ia se vacinar porque já teria contraído o vírus em julho do ano passado.

De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa da quinta-feira (15), 25.460.098 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19. O número representa 12,02% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 8.558.567 pessoas (4,04% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

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