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POLÍTICA

Justiça suspende investigação sobre sócio de Flávio Bolsonaro

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Roque de Sá/Agência Senado

Flávio Bolsonaro

O sócio do senador Flávio Bolsonaro na empresa que administra uma franquia de loja de chocolate em um shopping do Rio de Janeiro, Alexandre Ferreira Dias Santini , não é mais investigado pelo Ministério Público pela suspeita de usar a loja para desviar dinheiro do gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Santini foi um dos alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos pela polícia em 18 de dezembro, quando documentos e aparelhos eletrônicos dele foram levados. O pedido de habeas corpus dele em relação às investigações foi pedido com argumento de que ele não era investigado no Procedimento Investigatório Criminal do caso.

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Apesar da suspensão das investigações de Alexandre, Flávio Bolsonaro continua sendo investigado pela suposta rachadinha que teria ocorrido durante o período em que Flávio foi deputado estadual pelo Rio de Janeiro, desde 2003.

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POLÍTICA

Manifesto de 48 entidades critica falas de Bolsonaro na ONU: ‘ataque planejado’

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Bolsonaro na ONU
Marcos Corrêa Agência Brasil

Bolsonaro na ONU

Um manifesto assinado por 48 entidades de várias áreas lançado nesta quinta-feira (24) fez duras críticas ao discurso do presidente  Jair Bolsonaro (sem partido) na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU, na terça-feira (22).

O manifesto afirma que o pronunciamento foi “um ataque planejado e consciente, que tem a intenção falaciosa de mostrar ao mundo uma realidade que não corresponde ao que ocorre no Brasil, desde sua chegada ao governo.”

O texto ainda questiona as falas de  Bolsonaro sobre a política ambiental no país e em como o governo está lidando com as crises no Pantanal e Amazônia. 

“São omitidos, propositalmente, números, dados e fatos em relação à destruição da Amazônia, como crimes ambientais. O discurso, desta vez em espaço internacional, não difere dos comumente dirigidos aos seus eleitores no Brasil, contudo, nesta ocasião Bolsonaro fez questão de destacar uma série de temas de extrema relevância ao Brasil e os apresentou com todos os requintes falaciosos possíveis, como forma de esconder as inúmeras denúncias contra ações e omissões danosas do seu governo”, afirma o manifesto.

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As insinuações do  presidente sobre os povos indígenas e suas supostas relações com as queimadas também foi alvo de críticas. 

“O presidente acusou de forma irresponsável os indígenas e outras populações tradicionais como responsáveis pelas queimadas na Amazônia. A fala reafirma sua negação de direitos e todo seu ódio aos indígenas, quilombolas e demais povos tradicionais”.

“Para nós, o atual governo é indigno de ocupar tal cargo e por isto manifestamos nosso protesto contra seu governo”, termina o comunicado.

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