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POLÍTICA

Justiça determina que Ministério da Saúde informe se feijão de pastor cura Covid

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Pastor disse que semente de feijão pode curar a Covid-19
Reprodução/Youtube

Pastor disse que semente de feijão pode curar a Covid-19

A Justiça federal determinou nesta semana que o Ministério da Saúde informe em seu site se as  sementes de feijão, anunciadas pelo pastor Valdemiro Santiago da Igreja Mundial do Poder de Deus, tem ou não eficácia comprovada contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Essa é a segunda vez que a solicitação é pedida . Em outubro, o juiz federal Tiago Bitencourt de David ordenou que a informação fosse colocada no site da pasta da saúde. Contudo, a decisão não foi cumprida.

O Ministério Público Federal ( MPF ) informou que o Ministério da Saúde criou uma página que informa sobre notícias falsas em relação ao tratamento da covid, mas a justiça afirmou que “em nenhum momento são mencionados os feijões que foram comercializados pelo líder religioso em vídeos disponibilizados nas redes sociais”.

O Pastor Valdemiro é investigado pelo MPF pelo crime de estelionato por conta da venda do suposto ” feijão milagreiro “, que era vendido por valores que iam de R$ 100 a R$ 1 mil, sob a justificativa que teria eficácia terapêutica para curar a Covid.

“Deboche da boa-fé de seus seguidores”, declarou o procurador que denunciou o pastor, que em sua defesa, disse que não prometeu cura, mas sim, “o início de um propósito com Deus”.

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POLÍTICA

Marco Aurélio manda Câmara votar abertura de processo contra Bolsonaro

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Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello
REPRODUÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta quinta-feira (4) que a Câmara dos Deputados vote a abertura da um processo contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Trata-se de uma queixa-crime por calúnia apresentada pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Segundo o governador do Maranhão, Bolsonaro afirmou em uma entrevista que Dino teria negado pedido do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para que a Polícia Militar maranhense garantisse a segurança presidencial durante visita ao estado, em 2020.

“A mentira pode ser usada deliberadamente no debate político? O Presidente da República, com suas elevadas atribuições, pode costumeiramente mentir?”, diz Dino no documento.

O Ministro Marco Aurélio encaminhou a queixa à Câmara. “Admitida a acusação contra o presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade. § 1º O Presidente ficará suspenso de suas funções: I – nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal”, diz a decisão.

Leia mais:  'Temos partidos em demasia', diz Marco Aurélio sobre nova legenda de Bolsonaro

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