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Jornalista e atriz: conheça Fabiola Yáñes, a nova primeira-dama da Argentina

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Reprodução/Instagram

Fabiola Yáñes, de 38 anos, é atriz, jornalista e agora a nova primeira-dama da Argentina

Uma coisa Jair Bolsonaro não vai poder dizer: que a primeira-dama da Argentina é feia. Atriz e jornalista, Fabiola Yáñes é noiva do presidente eleito Alberto Fernández e teve papel fundamental na campanha do companheiro e foi uma personagem curiosa para os sites e tabloides argentinos.

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Aos 38 anos, mesma idade de Michelle Bolsonaro, Fabiola ficou conhecida do público da Argentina não só por ser a companheira de Fernández, mas por ter sido correspondente da CNN no país, além de atuar em peças de teatro.

O ápice, porém, aconteceu quando ela denunciou no ano passado o ator Fabián Gianola por assédio sexual . “Ele ultrapassava o limite do colega e do amigo”, disse ela num programa de TV: “Ele fazia eu me sentir mal e incomodada”.

Nascida numa família bem humilde em Río Negro, Fabiola foi criada em Santa Fe e Misiones. Durante a campanha, nas visitas do noivo à cidades periféricas, ela dizia que não se assustava com chão de terra batida em algumas casas pois eram bem próximas à realidade que teve.

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Fabiola e Alberto se conheceram quando ela estava cursando Jornalismo na Universidade de Palermo, em Buenos Aires . Ela o procurou para uma consulta sobre sua tese. Algum tempo depois, ela e o presidente, de 60 anos, começaram a namorar e há dois anos ficaram noivos durante uma viagem a Paris.

O sonho de filmar com Woody Allen

Como atriz , Fabiola trabalhou pouco, mas acalenta o sonho de ser dirigida por Woody Allen. “Eu adoraria fazer filmes, atuar é minha paixão na vida, é onde me sinto mais eu. Eu trabalharia num filme de Woody Allen, para mim não haveria nada mais legal do que trabalhar ao lado dele ou ser dirigida por ele”, contou ela ao site “Panorama Directo”, um ano antes de sequer imaginar que poderia ser a primeira-dama argentina.

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Na ocasião, Fabiola também elogiou o noivo: “Formamos uma família, nos acompanhamos muito. Alberto é um homem muito atencioso, está sempre precupado comigo, às vezes até demais (risos)”.

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Fabiola participa hoje de dois programas de TV na Argentina e dá expediente numa rádio. A primeira-dama argentina fala muito bem o português, inclusive.

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Queiroga deve ser o primeiro ouvido pela CPI da Covid, diz senador

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Senador Humberto Costa (PT-PE)
Agência Brasil

Senador Humberto Costa (PT-PE)

Humberto Costa (PT-PE), um dos senadores indicados para compor a CPI da Covid, disse em entrevista à CNN Brasil que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve ser o primeiro convidado a prestar esclarecimentos sobre as ações do governo federal durante a pandemia. 

Segundo o senador da oposição, a escolha pelo atual titular da Saúde se dá pelo motivo de que a CPI, em um primeiro momento, deve buscar respostas sobre as medidas de combate à Covid-19 que devem ser adotadas imediatamente.

“Acho que o primeiro convidado deve ser o próprio ministro da Saúde, para que ele possa nos dizer o que o governo pretende fazer daqui para frente para o controle da pandemia, como eles estão enfrentando e procurando resolver os problemas emergenciais, como a escassez de vacinas, como a crise de abastecimento de medicamentos para procedimentos complexos como as entubações. A CPI tem que exercer o papel de investigar, mas também exercer o papel para que o governo cumpra a sua missão, e nós vamos cobrar”, afirmou o senador, que foi ministro da Saúde por pouco mais de dois anos durante o primeiro mandato do governo Lula.

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O senador disse que a CPI deve começar o “mais urgente possível” e que a agilidade para o início dos trabalhos deveria ser um interesse também do governo federal, já que a investigação pode se alongar até próximo das eleições de 2022.

“Defendo que a CPI comece de imediato, temos que apresentar a proposta de um funcionamento misto, ouvir pessoas, fazer reuniões onde tenhamos um debate mais conceitual, ouvindo cientistas e professores, pode ser feito de forma remota. As audiências onde vamos escutar testemunhas e debater quebra de sigilos ou acesso a documentos sigilosos, essa podemos fazer de modo presencial ou semi presencial, um pouco mais para frente, dentro de 1 mês e meio, quando melhorar a situação da pandemia”, afirmou Costa. 

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