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Joice Hasselmann levará Bia Kicis a Conselho de Ética após ataque em rede social

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Marcelo Camargo / Agência Brasil

Joice Hasselmann comparou colega de partido com facada a Bolsonaro

RIO — A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) disse, em sua rede social, que levará a colega de legenda Bia Kicis (PSL-DF) ao Conselho de Ética do partido após ataque no Twitter. A deputada do Distrito Federal e vice-líder do partido na Câmara compartilhou, no sábado, uma imagem que comparava o racha no PSL e a possível candidatura de Joice à Presidência com o ataque a faca contra o presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018.

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Joice rebateu a provocação chamando a Kicis de “produtora de fake news” e criticou a postura da deputada, o que descreveu como “sujeira armada para dar golpe em partido”.

“A loucura dessa gente Ñ tem limites. Aviso q levarei essa senhora do “PSOL da direita” e produtora de fakenews ao Conselho de Ética . Não dá para compactuar com essa sujeira armada para dar golpe em partido, “dividir para governar” como eles estão fazendo. Vou desmascaram um a um”, escreveu Joice no Twitter.

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Desde que o racha no PSL na Câmara veio a tona, membros dos partido tem trocado farpas pelas redes sociais.

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Joice Hasselmann , que já discutiu com os dois filhos do presidente, Carlos e Eduardo Bolsonaro, denunciou a ação de uma milícia digital que orquestra ataques virtuais. A deputada e ex-líder do governo no Congresso é uma das apostas a serem ouvidas na CPI das Fake News.

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STF decide se confirma decisão de Fachin que anulou condenações de Lula; assista

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Ex-presidente Lula
Ricardo Stuckert

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta quarta-feira (14) se confirma a decisão do ministro Edson Fachin que declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para conduzir os casos envolvendo o ex-presidente Lula. O entendimento permitiu que todas as condenações contra o petista fossem anuladas no âmbito da Operação Lava Jato.

Os ministros vão decidir se mantêm ou se derrubam, na íntegra ou parcialmente, todos os pontos levantados na decisão que o relator da Lava Jato no STF proferiu há cerca de um mês.

Na decisão monocrática, Fachin enviou os quatro processos (triplex do Guarujá, sítio de Atibaia, terreno do Instituto Lula e doações da Odebrecht ao mesmo instituto) à Justiça Federal do DF e determinou o arquivamento da suspeição do ex-juiz federal Sergio Moro.

A estratégia do ministro com a decisão era tentar reduzir danos, tirando o foco de Moro e evitando uma derrota para a Lava Jato. Fachin tinha a expectativa de retirar o objeto de julgamento na Segunda Turma que decidiu sobre a suspeição de Moro.

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