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Já escolheu o seu presente de Natal? O nosso é ajudar a combater a fome.

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O Natal é a época mais feliz do ano, menos para quem tem fome. Dona Eunice Barbosa dos Santos (60 anos) de Salvador/BA mora na comunidade do Moinho, região central de São Paulo/SP e fala de situações vividas pela família: “O dia mais difícil da minha vida foi um dia de Natal. Eu não tinha comida para dar para eles [netos]. (…) Abri a geladeira e só tinha água, não tinha mais nada… (…) Tenho seis bocas para alimentar, além da minha. E eu falava para os meus netos que se não der para comer meio-dia, come de noite, não é? Se não conseguir comer à noite, aí no dia seguinte come”. E é com a renda de pouco mais de 600 reais que recebe de aposentadoria, que dona Eunice se mantém e sustenta a casa e os netos.

Para amenizar o sofrimento de milhares de famílias, como a de dona Eunice, que a Legião da Boa Vontade promove, anualmente, a sua tradicional campanha Natal Permanente da LBV — Jesus, o Pão Nosso de cada dia!. A iniciativa que visa angariar alimentos para compor as cestas a serem entregues nas cinco regiões brasileiras, complementa o trabalho diário que a Instituição realiza ao longo do ano, por meio de serviços e programas socioeducacionais que promovem o desenvolvimento de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos e famílias em situação de vulnerabilidade social.

Leia mais:  Paiva Netto - Reflexão de Boa Vontade: Espírito, cérebro e comando

Neste ano, a meta é entregar mais de 40 mil cestas, e temos a certeza de que, com a sua doação, a LBV garantirá o alimento na mesa dessas famílias, proporcionando a elas um Natal digno, sem fome e feliz. Por isso, a Solidariedade é o maior presente que elas podem receber, pois, em cada cesta, além do indispensável alimento para o sustento dessas famílias, há sorriso, amor e esperança, para que elas se sintam fortalecidas e possam lutar pelos seus direitos.

Quer saber como presentear uma família? Acesse agora www.lbv.org e doe quantas cestas puder! Siga, curta e compartilhe as ações da LBV nas redes sociais no endereço: LBVBrasil no Facebook, no Instagram e no YouTube.

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Artigo: Papel dos pais e profissionais da área Odontológica

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A criança autista necessita de cuidados específicos, em razão da sua condição. Junto a isso, os pais após receberem o diagnóstico do autismo precisam de uma equipe multidisciplinar para ajudá-los, proporcionando saúde e bem-estar ao seu filho.

O médico que acompanha a criança no início do seu desenvolvimento é o pediatra. Normalmente, é a este profissional que os pais recorrem quando começam a observar os primeiros sinais do autismo. Sendo assim, é o pediatra que faz a ligação dos pais com os outros profissionais da área da saúde.

Muitas vezes, os profissionais trabalham de forma isolada comprometendo o desenvolvimento da criança autista. Uma equipe multidisciplinar pode ser formada por um neurologista, um psiquiatra, um psicólogo, um fisioterapeuta, um fonoaudiólogo, um psicopedagogo/educador e também, um dentista. A falta de interação médico-odontológica pode resultar em uma saúde bucal precária porque os pais, devido aos cuidados que a criança especial demanda, têm dificuldades de cuidar da higiene bucal de seus filhos.

O tratamento odontológico de uma criança com autismo deve ser feito de forma multidisciplinar. Antes do atendimento é importante ter informações como: se o paciente é cooperativo, se faz uso de medicações, se já teve convulsão. O dentista deve anotar os contatos dos outros profissionais que cuidam da criança e, solicitar, relatórios sobre as condições do paciente. Ter acesso a essas informações é necessário para que o dentista dê continuidade ao tratamento sabendo como intervir em casos de emergência odontológica.

Leia mais:  Ômar Souki: Ore antes de agir!

É compreensível que os pais criem um vínculo com os profissionais que cuidam do seu filho, para isso é importante que haja:

Confiança: Tanto dos pais quanto da criança, no trabalho da equipe. Quando há confiança, a criança autista se torna mais colaborativa. Deve haver confiança também entre os profissionais da equipe, sempre em busca do tratamento de melhor qualidade para o paciente.

Conhecimento específico: Os profissionais devem ser capacitados pois cada um deseja o melhor ao seu paciente. Em contrapartida, são os pais os maiores conhecedores dos seus filhos; eles têm a capacidade de entender e transmitir o sentimento da criança para qualquer profissional.

Dedicação: Um pai dedicado busca sempre o melhor para seu filho. E, um profissional dedicado também está em busca do melhor para o seu paciente17.

Ainda existem muitos estudos e muitas dúvidas sobre o autismo, e por isso, os profissionais devem estar cada vez mais abertos para trocar experiências e contribuírem junto de sua equipe multidisciplinar. Os termos técnicos devem ser substituídos por uma linguagem mais clara, facilitando a comunicação. Assim como os tratamentos devem se tornar mais individualizados, deixando para trás a ideia de que todo problema deveria ser resolvido com a mesma abordagem terapêutica.

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É indispensável que o profissional tenha uma boa relação com seu paciente15. A criança autista possui dificuldade de socialização e comunicação, por isso conquistá-la é fundamental. Na maioria dos casos, o dentista não consegue realizar o atendimento na primeira consulta; faz-se necessário buscar diferentes formas de abordagem para que o objetivo seja atingido.

Da mesma maneira que os profissionais buscam o bem estar de seu paciente, eles também devem orientar os pais. Os cuidados devem ser redobrados e alguns conceitos reformulados. Junto aos pais deve-se encontrar a forma de tratamento mais adequada e que cause menos danos psicológicos à criança.

Dra. Rayra Emília Sousa Orosco      CD-109045     (MÃE DE AUTISTA)

Pós Graduada em Autismo-UCAM

Curso Sedação Medicamentosa Via Oral Em Odontologia – DRA. Adriana Cunha Correia

Cursando Pedagogia, Psicopedagogia e Educação Especial.

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