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Economia

Iturama: Usina Coruripe está entre as melhores empresas do agronegócio no país

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Presidente da Usina Coruripe Mario Lorencatto – Foto Nágila Rodrigues

Com quatro unidades em Minas Gerais e uma em Alagoas, a empresa foi destaque no guia Época Negócios 360, em parceria técnica com Fundação Dom Cabral, e no ranking “As Melhores da Dinheiro 2020”

O bom desempenho e as práticas inovadoras e sustentáveis da Usina Coruripe foram reconhecidos, mais uma vez, em premiações nacionais. Neste mês, a empresa foi a mais bem pontuada do agronegócio do Brasil em um ranking que leva em consideração o desempenho em cinco dimensões Inovação, Governança Corporativa, Pessoas, Sustentabilidade e Visão do Futuro. Além disso, a Coruripe alcançou posição de destaque na classificação geral e foi a mais bem avaliada nas práticas de Sustentabilidade e Visão de Futuro no setor. O reconhecimento foi feito com base em metodologias utilizadas pelo guia Época Negócios 360 em parceria com a Fundação Dom Cabral. A publicação revela as 334 melhores companhias do Brasil por critérios que vão além do desempenho financeiro.

Outra publicação que reconheceu nacionalmente a Usina Coruripe foi “As Melhores da Dinheiro 2020”, com o ranking “1000 Maiores Empresas do Brasil”. No setor, a Coruripe conquistou o primeiro lugar em “Responsabilidade Social” e foi destaque nos quesitos “Inovação e Qualidade” e “Sustentabilidade Financeira”.

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De acordo com o presidente da Usina Coruripe, Mario Luiz Lorencatto, o resultado é prova de que as ações alinhadas aos valores da empresa a destacam de forma positiva em todo o mercado. “Esses reconhecimentos são mérito de todos os que contribuem —com muita dedicação, engajamento e competência— para sermos uma empresa cada vez melhor. Toda a equipe está de parabéns pelo trabalho desenvolvido e que foi reconhecido por essas importantes publicações nacionais”, declara

Sustentabilidade e visão de futuro

Segundo Lorencatto, as questões ambientais estão diretamente ligadas ao negócio da Coruripe. “Para cuidar da qualidade do ambiente, precisamos de técnicas e práticas sustentáveis de manejo, respeitando a legislação ambiental e, principalmente, com o uso racional de nossos recursos naturais”, explica. Um exemplo é a reserva do bioma Mata Atlântica, criada e mantida pela empresa em Alagoas. “Ela contribui para a perenização das nascentes de água vitais para a irrigação das lavouras de cana-de-açúcar. Todos os recursos investidos na preservação das nossas reservas permitem a sustentabilidade dos nossos negócios”, revela Lorencatto.

Na Usina Coruripe, uma série de ações projeta a empresa para um futuro sustentável, tecnológico e com um capital humano cada vez mais sólido e inovador. Uma das iniciativas está relacionada às práticas de diversidade na empresa, o que possibilita a maior inclusão de mulheres a partir da implementação de políticas de igualdade. Neste ano, a Coruripe implantou um banco de talentos totalmente direcionado às mulheres, com o objetivo de aumentar para 20% o número de colaboradoras do sexo feminino até o final da safra de 2022.

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Sobre a Usina Coruripe

A Usina Coruripe, controlada pelo grupo Tércio Wanderley, com sede em Coruripe (AL) e fundada em 1925, é a maior empresa do setor sucroenergético no Norte Nordeste. Está também entre os maiores grupos do setor em Minas Gerais e é uma das 10 maiores do Brasil. Com quatro unidades em Minas Gerais (em Iturama, Campo Florido, Carneirinho e Limeira do Oeste), uma em Alagoas (Coruripe) e um terminal ferroviário próprio em Fernandópolis (SP), a Usina Coruripe possui capacidade de moagem de 15 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, produz mais de 1 milhão de toneladas de açúcar, cerca de 500 milhões de litros de etanol, com capacidade de armazenagem de cerca da metade dessa produção, e comercializa energia renovável produzida a partir da queima de biomassa.

Por WA Mídia com informações da Assessoria de Comunicação

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Economia

PIB paulista cresce 1,6% no 3º trimestre e cai no acumulado do ano

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O Produto Interno Bruto (PIB) do estado de São Paulo cresceu 1,6% no terceiro trimestre (de julho a setembro), na comparação com o mesmo período do ano passado, informou nesta segunda-feira (30) a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). No segundo trimestre (abril a junho), houve queda de 7,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

No acumulado de 12 meses houve queda de 0,7% e, no acumulado de 2020, em relação ao mesmo período do ano anterior, a retração foi de 1,7%. No mês de setembro, o PIB do estado cresceu 1,2% em relação a agosto, descontada a sazonalidade, e 3,1% na comparação com setembro de 2019.

Em relação ao segundo trimestre deste ano, o PIB cresceu 9,4% no terceiro trimestre, feito o ajuste sazonal, depois de uma queda de 6,8% no segundo comparado ao primeiro. O primeiro semestre do ano também havia apresentado redução de 1,3% em relação ao anterior.

A Fundação Seade avalia que, em termos gerais, ficou caracterizada uma recuperação da economia paulista, após a queda acentuada em março e abril, período que coincide com o início da pandemia do novo coronavírus no Brasil.

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Projeções

A entidade estima que o PIB paulista deve fechar o ano com retração entre 1,1% e 0,1%, com queda média de 0,6%. Para 2021, as projeções indicam que a economia paulista pode crescer 4,9%, com variação entre 4,3% e 5,6%.

Entre os fatores de incerteza no cenário atual para a economia paulista, apontados pela fundação, estão o crescimento de casos e óbitos de covid-19 no Brasil, que pode impor recuos na flexibilização das medidas restritivas; a redução do auxílio emergencial, que deve contribuir para a retração do consumo e causar impacto nas atividades associadas ao comércio e serviços pessoais; o recrudescimento da inflação; e a taxa de desocupação em setembro no estado, que ficou em 14,5%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Sobre os recuos de medidas em relação à covid-19, o governo estadual paulista anunciou hoje (30) a regressão de todo o estado para a Fase Amarela do Plano São Paulo. A reclassificação acontece devido ao aumento das taxas de transmissão da doença e das internações no estado. 

Além disso, a Fundação Seade inclui como fator de incerteza o aumento do endividamento público, cujo patamar deve se aproximar de 100% do PIB no curto prazo. “Isso dificulta a manutenção dos gastos públicos e pressiona a política monetária, pelo lado da rolagem da dívida mobiliária, como também embute riscos consideráveis de ampliação do chamado risco Brasil, afetando negativamente a entrada de capital estrangeiro”, disse a entidade.

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Edição: Graça Adjuto

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