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POLÍTICA

Integrantes da Câmara tentam evitar votação em plenário de Daniel Silveira

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Consenso no STF sobre prisão de Daniel Silveira
O Antagonista

Consenso no STF sobre prisão de Daniel Silveira

Membros da Mesa Diretora da Câmara tentam impedir que aconteça uma votação em plenário sobre a prisão em flagrante do deputado Daniel Silveira , que teve sua confirmação na quarta-feira (17), por unanimidade pelos integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) . As informações foram apuradas pelo blog do Gerson Camarotti, no G1. 

De acordo com a Constituição, a Câmara tem o poder de avaliar ou recusar prisões em flagrante de deputados. Porém, com a confirmação da apreensão pelo STF , a Casa trabalha com a possibilidade de o ministro Alexandre Moraes , aceitar o pedido do uso da tornozeleira eletrônica encaminhado pela Procuradoria-Geral da República. Com isso, a votação em plenário não seria necessária. Mas, a Câmara já adiantaria a penalidade de Daniel Silveira. 

 “Vamos tentar todas as soluções que evitem uma votação em plenário que, com qualquer resultado, será ruim para o STF e para a Câmara. A Câmara quer deixar claro que repudia a fala do deputado e que não deixará impune, mas também que não pode abrir mão das prerrogativas constitucionais dos deputados”, declarou um integrante da mesa diretora. 

Com a divulgação de vídeos em suas redes sociais, em que defendia o AI-5, um dos mais atos mais severos de punição durante a ditadura militar, e pedindo o impedimento de ministros, o ministro Moraes determinou a apreensão de Silveira. 

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POLÍTICA

Qualquer coisa considerada válida contra a covid-19 deve ser usada, diz Mourão

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Vice-presidente Hamilton Mourão
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Vice-presidente Hamilton Mourão

Na manhã desta quarta-feira (03), o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), disse que “qualquer coisa” considerava válida contra o novo coronavírus, deve ser usada. Ele havia sido questionado sobre a possibilidade de importação do spray nasal de Israel . As informações foram apuradas pelo Metrópoles. 

“A medicina brasileira conseguiu desenvolver uma série de procedimentos – e aí vai de acordo com cada profissional de saúde – que permite que hoje, 97,5% das pessoas que são infectadas não tenham problema nenhum e se curem da doença. Qualquer outra coisa que for válida, comprovadamente, pode ser utilizada”, declarou. 

O presidente Jair Bolsonaro , desde de o início do mês de fevereiro, vem afirmando que mandaria uma comitiva até Israel e m busca da medicação que ainda se apresenta na fase de testes . Na terça-feira (02), Bolsonaro confirmou que no próximo sábado (06), uma comitiva brasileira chefiada pelo chanceler brasileiro Ernesto Araújo, será enviada. 

“Decisão é decisão, não compete a mim analisar. Vamos lembrar o seguinte: a vacina é o último remédio que nós temos, aquele que vai realmente impedir que a pessoa mesmo sendo contaminada entre numa situação crítica que pode levar ao óbito”, afirmou Mourão em relação a decisão de enviar a comitiva a Israel. 

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Na última sexta-feira (26), o ministro da Saúde de Israel, Yuli Edelstein, declarou que 50% da população do país já recebeu a primeira dose da vacina contra a covid-19 e que 35% desse número, já foi vacinado com a segunda dose do imunizante, ou seja, menos 95,8% de risco da população israelense se contaminar com a covid-19. 

O spray nasal ressaltado pelos políticos ainda está na fase de avaliação e foi testado somente em 30 pessoas. Os pesquisadores contam que os testes foram realizados entre pessoas de 18 a 85 anos, mas não deixam explícito a idade dos participantes do experimento. 

Segundo o governo israelense, o spray deve ser inalado uma vez durante o dia, levando alguns minutos, pelo período de cinco dias, para os pacientes que recebem tratamento em hospitais para a infecção. Ele é focado para o tratamento dos pulmões. Caso ele seja autorizado e trazido para o Brasil, deverá passar pela aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ).  

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