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Inflação do setor do turismo teve alta de 41% em junho

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Os serviços ligados ao turismo ficaram 41,39% mais caros em junho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, aponta levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base nos dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A passagem área foi o item que mais contribuiu para a alta, com variação de 122,40% em 12 meses.

De acordo com a FecomercioSP, a elevação se justifica em parte pela alta temporada, quando o recesso escolar tradicionalmente contribui para o aumento do valor dos bilhetes. A entidade aponta que o custo do querosene e do dólar, além da limitação de assentos em aeronaves e a dificuldade das empresas para recomposição de mão de obra, são fatores que influenciam na inflação do setor turístico.

Na variação mensal, de maio para junho houve alta de 3,51%. Novamente o destaque são as passagens aéreas, com 11,32%. Em seguida estão os preços dos serviços de cinema, teatro e concertos, com variação mensal de 1,51%. O custo do pacote turístico cresceu 1,5% e 0,47% foi a alta no item hospedagem. Aluguel de veículos recuou 2,44% e ônibus interestadual, 0,08%, foram os únicos que registraram queda.

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Para a FecomercioSP, a alta expressiva das passagens aéreas é um sinal negativo para a cadeia do turismo, tendo em vista que o item é impulsionador dos meios de hospedagens, alimentação, locação de veículos, entre outros serviços. A entidade avalia que a disparada nos preços faz com que os consumidores repensem a programação de viagens.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Economia

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Bares e restaurantes têm o melhor desempenho do ano em julho

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Bares e restaurantes têm o melhor desempenho do ano em julho, mas número de estabelecimentos com prejuízo ainda preocupa, informou a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

O número de bares e restaurantes que tiveram lucro aumentou de 35% para 37% em julho de 2022 e os que fecharam o mês com prejuízo caíram de 29% para 26%.

O representante da Abrasel, José Camargo, disse que o setor está otimista para os próximos meses, mas que ainda preocupa o grande número de estabelecimentos com prejuízo e com dívidas acumuladas.

Entre os estabelecimentos que tiveram prejuízo em julho, 75% deles apontam que a inflação é o principal fator para o resultado negativo.

Por outro lado, a associação  estima que o setor pode contratar até 100 mil novos trabalhadores até o final do ano, aproveitando a Copa do Mundo e as festas de Natal e ano novo.

Dos estabelecimentos consultados pela pesquisa, 35% disseram que esperam contratar novos empregados no futuro e 11% afirmaram que têm intenção de demitir trabalhadores.

A pesquisa da Abrasel entrevistou donos de 1.484 bares ou restaurantes de todo o Brasil.

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Ouça mais na Radioagência Nacional:

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Economia

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