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Economia

Índice de Preços ao Produtor fica em 0,45% em setembro

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O Índice de Preços ao Produtor (IPP) ficou em 0,45%, em setembro. Calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPP, divulgado hoje (5), registrou queda de 0,99% nos últimos 12 meses. No acumulado do ano, está em 2,94%.

A maior variação ficou por conta da indústria extrativa, com  queda de 10,48%. O refino de petróleo e produtos de álcool registrou variação de 3,64%. Outros destaques são os equipamentos de transporte (1,85%) e fumo (1,69%).

Em setembro, os preços dos alimentos na indústria, segundo o IBGE, variaram 1,06%. Carnes, óleo de soja e açúcar tiveram a maior influência no IPP.  

Edição: Graça Adjuto

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Indicador Antecedente tem queda de 2,2% em março, revela FGV

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O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE), divulgado hoje (14) pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e The Conference Board (TCB), caiu 2,2% em março, atingindo 119,9 pontos. A variação acumulada nos últimos seis meses também ficou negativa em 2%.

O IACE agrega oito componentes que medem a atividade econômica no Brasil. Das oito séries componentes, quatro contribuíram de forma negativa para o resultado agregado. A maior contribuição negativa foi do Indicador de Expectativa dos Consumidores.

ICCE

Da mesma forma, o Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE), que mensura as condições econômicas atuais, recuou 0,1% para 96,7 pontos, no mesmo período. A variação acumulada nos últimos seis meses é também negativa, em 2,2%.

Segundo o economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, Paulo Picchetti, o resultado do ICCE no mês de março mostra o efeito do recrudescimento da crise sanitária e da desaceleração no consumo das famílias. “A falta de perspectiva de melhora nesses fatores nos próximos meses tem efeito significativo sobre as expectativas em geral, resultando na contração do IACE”, completou.

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Segundo a FGV e The Conference Board, a junção dos indicadores individuais em um índice composto funciona como filtro para os chamados “ruídos”, contribuindo para revelar a tendência econômica efetiva.

O IACE permite que seja feita uma comparação direta dos ciclos econômicos do Brasil com os de outros 11 países e regiões avaliados pelo The Conference Board. São eles: China, Estados Unidos, Zona do Euro, Austrália, França, Alemanha, Japão, México, Coréia, Espanha e Reino Unido.

Edição: Denise Griesinger

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