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Bolsonaro tem pior desempenho entre presidentes eleitos; Apoio à reforma aumenta na Câmara

Bolsonaro tem pior desempenho entre presidentes eleitos; Apoio à reforma aumenta na Câmara

A Folha de S.Paulo divulga pesquisa do Datafolha sobre a avaliação do governo Jair Bolsonaro e destaca que ele possui o pior índice entre os últimos presidentes eleitos no primeiro trimestre do mandato. O matutino apresenta gráficos com os números apurados e enfatiza que apenas 32% dos entrevistados acredita que a gestão de Bolsonaro é ótima/boa, menor índice desde Collor.

Do outro lado, 30% dos entrevistados acredita que o governo é ruim/péssimo, o maior índice também quando comparado ao primeiro mandato dos últimos governantes no Brasil.

Para 61% dos entrevistados, Bolsonaro fez menos do que se esperava no primeiro trimestre de governo e apenas 13% das pessoas consultadas acredita que o presidente realizou mais do que se esperava nos primeiros dias de sua gestão. "Aos 100 dias, Bolsonaro tem a pior avaliação de um presidente eleito", destaca a manchete da Folha.

O Estado de S.Paulo mostra que, a dez dias de passar pelo primeiro teste na Comissão de Constituição e Justica (CCJ) da Câmara, a proposta de reforma da Previdência entregue pelo governo tem o apoio de 198 deputados.

O matutino lembra que o número era de 180 deputados a favor da proposta em 21 de março e enfatiza que os esforços do governo em aumentar o apoio está funcionando, apesar das dificuldades na articulação política. Dos 198 deputados que apoiam a reforma, 69 aprovariam o texto exatamente como foi enviado pelo governo e 129 desejam fazer mudanças na proposta antes de aprová-la.

Segundo o Estadão, estados com situação fiscal crítica ainda não conseguiram engajar seus deputados a votarem a favor da proposta e menos da metade dos parlamentares do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás já manifestaram apoio à reforma. "Apoio à Previdência cresce na Câmara; maioria quer ajustes", sublinha o título principal do Estadão.

O Globo chama atenção para o crescimento no número de brasileiros que recorre aos "bicos" para complementar a renda diante do alto índice de desemprego e da informalidade crescente. O matutino carioca divulga dados do IBGE e destaca que 3,5 milhões de brasileiros têm mais de uma ocupação atualmente para compor sua renda.

Nos últimos dois anos, houve acréscimo de 1 milhão de pessoas nesse grupo e, segundo especialistas, essas pessoas são um espelho das condições atuais do mercado de trabalho, onde o desemprego aumenta e os trabalhadores apostam na informalidade para se manter.

Além dos que acumulam ocupações, O Globo também mostra casos de pessoas que mudaram completamente o ramo de trabalho para driblar a crise. "Quase 3,5 milhões de brasileiros fazem 'bicos' para manter a renda", mostra a manchete do Globo.

 

Fonte: G1

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