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De nanico a mais votado no primeiro turno, Romeu Zema acaba com polarização entre PT e PSDB em Minas

De nanico a mais votado no primeiro turno, Romeu Zema acaba com polarização entre PT e PSDB em Minas

Com vantagem de mais de um milhão de votos para o segundo colocado, o empresário Romeu Zema (Novo) foi o candidato ao governo de Minas mais votado neste domingo (07/10/2018) e quebrou a polarização entre PT e PSDB no estado. Agora, ele disputa o segundo turno com o tucano Antonio Anastasia.

Sem tempo de TV e recursos do fundo eleitoral, Zema cresceu aos poucos nas pesquisas de intenção de voto, especialmente nos últimos dias, quando teve um salto de oito pontos percentuais.

O candidato analisou que a ausência do atual governador do estado Fernando Pimentel (PT) no segundo turno, representa “a oportunidade do mineiro se ver livre da administração que prejudicou o estado nos últimos quatro anos”.

Zema ainda projetou o segundo turno como a possibilidade de o Executivo estadual ser assumido por um político diferente dos demais e para mostrar que Minas rompeu “definitivamente com a velha política”.

Alinhado à filosofia de seu partido, o Novo, ele defende a candidatura de pessoas de fora da política. “Quem está de fora, está livre dos vícios, que a grande maioria dos que estão lá têm. Na mente deles, as coisas são resolvidas da forma antiga e errada. Não me considero nem um pouco menos preparado do que os concorrentes, pois tenho uma boa formação, um histórico de realizações na minha empresa”.

Durante sua campanha eleitoral, Zema destacou que vai estabelecer uma administração mais enxuta, com cortes de gastos e privilégios. Além disso, ele deseja a quebra do monopólio de empresas estatais mineiras, como a Cemig e Copasa, com a divisão e venda de parte dessas companhias.

“Somos a favor da privatização. Talvez a única que nós não iremos privatizar é a Codemig, pois é uma recebedora de royalties, principalmente do Nióbio. As outras empresas, o setor privado saberia fazer uma gestão melhor. A privatização precisa ocorrer em benefício do consumidor”, explicou.

Romeu Zema também defendeu a redução no número de municípios e a venda de patrimônios do estado, como o Palácio das Mangabeiras, residência oficial do governador mineiro.

“Eu quero que a população veja como vive um governador de um Estado falido. Seria um ato simbólico, pois mostraria o norte que gostaríamos de seguir, de deixar o governo mais enxuto, menos acima do povo e mais perto dos problemas”, destacou.

GOVERNADOR DE MINAS GERAIS – (100% das seções apuradas)
Romeu Zema (NOVO) – 42,73% (4.138.967 votos)
Antonio Anastasia (PSDB) – 29,06% (2.814.704 votos)
- Fernando Pimentel (PT) – 23,12% (2.239.979 votos)
- Adalclever Lopes (MDB) – 2,77% (268.683 votos)
- Dirlene Marques (PSOL) – 1,38% (133.986 votos)
- João Batista Mares Guia (REDE) – 0,59% (56.856 votos)
- Claudiney Dulim (AVANTE) – 0,19% (18.330 votos)
- Jordano Metalúrgico (PSTU) – 0,16% (15.742 votos)
* Romeu Zema e Antonio Anastasia vão disputar o segundo turno.

Fonte: Aconteceu no vale

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