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Uberlândia continua com a maior incidência de dengue do Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas; Tupaciguara registra morte

Uberlândia continua com a maior incidência de dengue do Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas; Tupaciguara registra morte

Uberlândia continua com a maior incidência de dengue entre as cidades do Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas. São 32.840 casos prováveis da doença (entre confirmados e suspeitos). Apesar de a incidência ainda estar classificada como muito alta, o número foi pouco menor do que o registrado em 27 de agosto, quando eram 33.075 casos prováveis.

Em Tupaciguara, foi registrada a primeira morte por dengue. Os dados são do Boletim Epidemiológico, divulgado nesta segunda-feira (9) pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

Em 2019, o maior número de casos prováveis de dengue em Uberlândia foi registrado em junho: quase 45 mil.

Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste

Conforme a SES-MG, Uberaba apresentou incidência alta com 340 casos registrados. No último boletim, com 1136 casos prováveis, a cidade já havia passado de incidência muito alta para alta, e segue em queda.

Ainda no Triângulo Mineiro, Ituiutaba (2.192) e Araguari (2.449) registraram incidência muito alta. No Alto Paranaíba, Patos de Minas (4.719), Patrocínio (2.422) e Araxá (1.108) seguem a mesma classificação, assim como Paracatu (3.256), no Noroeste de Minas.

Óbitos na região

Entre as cidades do Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas, Tupaciguara registrou uma morte decorrente da doença. As outras cidades mantiveram o mesmo número. Veja as cidades que têm mortes pela doença confirmadas em 2019 até agora:

Araguari (1), Estrela do Sul (1), Frutal (2), Ibiá (1), Ituiutaba (1), João Pinheiro (5), Monte Carmelo (1), Paracatu (1), Patos de Minas (4), Patrocínio (2), Rio Paranaíba (1), Sacramento (1), São Gotardo (2), Tupaciguara (1), Uberaba (2), Uberlândia (18) e Vazante (2).

Minas Gerais

Em 2019, até o momento, Minas Gerais registrou 474.693 casos prováveis (casos confirmados e suspeitos) de dengue, e 132 óbitos.

Em relação à chikungunya, o estado registrou 2.632 casos prováveis da doença. Neste ano, até o momento, foi confirmado um óbito para a doença em Patos de Minas.

Já a zika teve 834 casos prováveis da doença registrados em 2019 até a data de atualização do boletim.

O estado informou, ainda, que está em situação de alerta para esse aumento no número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, chikungunya e zika).

O boletim, antes divulgado semanalmente, agora será publicado quinzenalmente, pois, segundo a SES-MG, a tendência é que o número de casos diminuam neste período de estiagem, devido à sazonalidade das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Por G1

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