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Assembleia Legislativa lança Frente Parlamentar em Defesa da Engenharia, da Infraestrutura, do Desenvolvimento e dos Profissionais do Setor visando retomada do desenvolvimento econômico e social em Minas

Assembleia Legislativa lança Frente Parlamentar em Defesa da Engenharia, da Infraestrutura, do Desenvolvimento e dos Profissionais do Setor visando retomada do desenvolvimento econômico e social em Minas

Iniciativa pretende criar ponte com o Executivo possibilitando a reativação de obras e investimentos, além de contribuir para a valorização da categoria que tem forte potencial de gerar renda e emprego

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais lança nesta quinta-feira (5/9), às 10h, a Frente Parlamentar em Defesa da Engenharia, da Infraestrutura, do Desenvolvimento e dos Profissionais do Setor. A iniciativa, coordenada pela deputada Ana Paula Siqueira (Rede) e o deputado Celinho Sintrocel (PCdoB), irá contribuir para o debate e a construção de iniciativas e propostas para retomada de um crescimento responsável sob todos os ângulos no estado.

A deputada Ana Paula Siqueira destaca que a Frente é um importante canal de diálogo e de cooperação entre o estado e agentes da sociedade política e civil para a convergência de pautas e ações comuns. “Não consigo imaginar uma única área, como médica, industrial, educação, saúde ou agronômica, que não perpasse pela engenharia. Este é um termômetro da economia mineira, um forte gerador de emprego e renda”, afirma Ana Paula Siqueira.

O deputado Celinho Sintrocel endossa que esta é uma iniciativa que visa garantir a retomada do desenvolvimento e do crescimento econômico-social. “Precisamos ter investimentos públicos para gerar empregos a curto, médio e longo prazo. Creio que a Engenharia deve ser o centro articulador dos investimentos, do mercado interno e das empresas nacionais”, aponta Celinho Sintrocel.

Para o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG), engenheiro civil Lucio Borges, a Frente Parlamentar é importante para resgatar a força do setor produtivo e reconhecer a engenharia como um bem social. “O momento atual requer uma mobilização de todos para o devido reconhecimento e valorização da engenharia, da agronomia e das geociências, uma vez que estas áreas são as principais responsáveis pelo desenvolvimento da sociedade e do crescimento econômico do Brasil”, afirma Borges.

De acordo com Crea-MG, o estado tem 148 mil profissionais e cerca de 36 mil empresas registradas. Um universo que, certamente, é responsável por boa parte do PIB mineiro e brasileiro em função da importância e amplitude de sua atuação.

A Frente Parlamentar, entre outras disposições, quer descortinar caminhos, buscar alternativas, propor projetos de lei e políticas públicas e fiscalizá-las e, sobretudo, criar uma conexão entre as demandas dos cidadãos, dos trabalhadores, das empresas, dos municípios e o Executivo.

Outro objetivo é a aproximação com os profissionais para elaboração de projetos capazes de aliar desenvolvimento e sustentabilidade, com o compromisso social. A valorização da categoria também estará na pauta.


Vale destacar, ainda, outros desafios do atual cenário, como as centenas de obras paradas em todo o estado. A retomada dessas operações implicará em mais emprego e renda, além, claro, de resultar em imediato ganho social para a população mineira. O grupo também se compromete a debater a relevância de Minas Gerais apresentar possibilidades de manter a vanguarda na discussão do papel e do lugar do Estado nos setores de estratégicos, como energia, saneamento e infraestrutura.

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