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Justiça ouve testemunhas do caso de jovem morta após carona combinada por WhatsApp

Justiça ouve testemunhas do caso de jovem morta após carona combinada por WhatsApp

Três pessoas foram ouvidas pela Justiça de Minas Gerais nesta quinta-feira (9), em São José do Rio Preto (SP), em mais uma etapa do processo sobre a morte da jovem Kelly Cristina Cadamuro. A radiologista, de 22 anos, foi morta em Frutal (MG) após dar carona a um homem que conheceu em um grupo de WhatsApp.

O crime aconteceu em novembro do ano passado e o processo corre em segredo de Justiça. Dois policiais que participaram das investigações e uma testemunha de defesa do suspeito prestaram depoimento.

A Justiça também iria ouvir uma moça que tinha oferecido carona para o acusado, mas ela não foi encontrada pelo oficial de Justiça. Um tio da Kelly também seria ouvido, mas a Justiça desistiu do depoimento por ele já ter dado esclarecimentos na Justiça de Minas Gerais, onde o caso será julgado. Ainda não há data para o julgamento.

Kelly Cadamuro desapareceu depois de sair de casa, em Guapiaçu, para ir até Itapagipe (MG) visitar o namorado. Segundo a família, ela tinha o costume de combinar caronas para dividir os custos da viagem.

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Entenda o caso

A estudante de radiologia Kelly Cadamuro sumiu no dia 1º de novembro, após sair de São José do Rio Preto (SP) com destino a Itapagipe (MG), para encontrar com o namorado, de 28 anos.

Segundo parentes contaram à polícia, Kelly participava de um grupo de carona e tinha combinado de levar um casal para a cidade mineira. Na hora da viagem, a mulher desistiu e foi apenas o homem. Kelly não conhecia esse rapaz.

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O último contato que a moça fez com a família, ainda de acordo com a polícia, foi quando parou para abastecer o veículo em um posto de combustíveis na BR-153, no noroeste paulista. Depois disso, a família diz que perdeu o contato com ela.

Câmeras do circuito de segurança de um pedágio em Minas Gerais mostraram a jovem passando pela praça de pedágio dirigindo. Logo depois, o carro volta, mas um homem é quem aparece ao volante.

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A polícia encontrou o carro da jovem abandonado e sem as quatro rodas, o rádio e o estepe em uma estrada rural entre São José do Rio Preto e Mirassol (SP).

O corpo da jovem foi encontrado em um córrego entre Itapagipe e Frutal (MG), sem a calça e com a cabeça mergulhada na água. A declaração de óbito apontou que ela foi vítima de asfixia e estrangulamento.

As investigações da Polícia Civil apontam que a jovem morreu após ter as mãos e pescoço amarrados e ser arrastada por cerca de 30 metros.

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Prisões

No dia 3 de novembro, três suspeitos foram presos em São José do Rio Preto.Jonathan Pereira Prado confessou ter entrado no grupo de carona com o objetivo de roubar e matar a jovem.

Outro suspeito disse que ajudou a matar a jovem, e o terceiro preso comprou os objetos roubados da vítima. Os três têm passagens por roubo.

Jonathan, que confessou o latrocínio, estava foragido do Centro de Progressão Penitenciária desde março. Ele responde por oito crimes, segundo a polícia.

Por G1

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