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Presidente do TJD marca julgamento do Palmeiras

Presidente do TJD marca julgamento do Palmeiras

O presidente do TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) de São Paulo, Antonio Olim, vai julgar o pedido no próximo dia 23 de abril para que todos os envolvidos sejam ouvidos pelo TJD-SP. 
“Nós temos o pedido dos advogados do Palmeiras de uma representação de uma abertura de inquérito. Eu já tinha falado nessa semana quando se deu esses fatos que eu já ia instalar um inquérito, que é tanta gente envolvida para ouvir a todos. Quer dizer, o que ele pediu eu já ia fazer e tinha deixado bem claro, Eles podem ter um pedido alternativo pra impugnar a partida. Eu não vislumbro de impugnar nada. Vou sim ouvir todo mundo, os envolvidos no plenário do Tribunal de Justiça transparente e aberto pra tirar essa dúvida do que aconteceu no jogo”, disse em entrevista ao programa 90 Minutos, de José Luiz Datena, da Rádio Bandeirantes. 
Olim ainda esclareceu outra dúvida. “Têm muitas imagens que eu já recebi, que são bem claras que o quarto árbitro levantou avisando que não era, porque eu não vou discutir se deu pênalti ou não. Eu quero ver se teve interferência externa e mais nada. É isso que eu vou discutir. Quem manda no jogo quem é a autoridade é o juiz”. 
O Palmeiras acusa a arbitragem de ter recebido uma informação externa para cancelar o pênalti marcado a favor do Verdão em um lance de dividida entre Ralf e Dudu no segundo tempo do clássico. 
“Tem imagens que na hora o árbitro já levanta a mão e avisa que é pra escanteio. O que o juiz fez em uma final, lotado o estádio, ele voltou atrás está no direito, dentro da lei ele fez certo, faz parte da regra. Agora é discutir se teve ou não interferência. O Palmeiras está fazendo a parte deles, o advogado, o presidente que está mostrando que está brigando pelo campeonato”. 
A primeira marcação do árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza foi de falta. Mas, após ouvir o quarto árbitro, Adriano Miranda, ele voltou atrás e deu apenas escanteio. 
O Palmeiras, em vídeo divulgado na última terça, diz ter “provas” de que o diretor de arbitragem da federação, Dionísio Roberto Domingos, teve contato irregular com os membros da arbitragem durante a confusão que se formou entre a marcação do pênalti e decisão final que cancelou a falta.

Por: Região Noroeste

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