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Notas de corte para medicina no Sisu 2019 variam entre 569,77 e 902,05

Notas de corte para medicina no Sisu 2019 variam entre 569,77 e 902,05

À 0h desta quinta-feira (24), os candidatos da edição do primeiro semestre de 2019 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) interessados em concorrer a uma vaga em medicina encontraram notas de corte variando entre 569,77 e 902,05. Os dados são de um levantamento feito pelo G1 com base nas informações divulgadas pelo Ministério da Educação no site do Sisu.

Nesta edição, 63 das 129 instituições participantes do Sisu 2019 oferecem cursos de medicina. Considerando todos os tipos de modalidade, entre eles a ampla concorrência e cotas raciais, sociais ou para pessoas com deficiência, o Sisu divulgou mais de 600 notas de corte para a carreira.

Entenda a nota de corte do Sisu:

  • As notas são sempre parciais e servem apenas como indicativo para os candidatos de como está a concorrência naquele curso e modalidade durante o período de inscrições
  • Neste ano, o MEC passou a processar e divulgar as notas de corte em vários momentos durante os dias. Até o ano passado, havia apenas uma divulgação por dia (entenda os prós e contras da mudança)
  • O MEC ainda não informou quando será feita a divulgação da última nota de corte parcial
  • O prazo para o fim das inscrições, segundo informava o site do Sisu às 15h30 desta quinta-feira (24), segue mantido até 23h59 desta sexta (25)

Vagas em medicina

No total, o Sisu 2019 oferece 4.647 vagas em medicina no primeiro semestre. A nota de corte parcial mais baixa registrada à 0h desta quinta é a do curso da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), na modalidade da Lei Federal de Cotas para candidatos com deficiência que se autodeclaram pretos ou pardos e que cursaram o ensino médio em escola pública. Há apenas uma vaga oferecida nessa modalidade de cotas.

Já a nota de corte mais alta foi registrada no curso de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), no campus de Caicó.

Ampla concorrência x cotas

Em geral, para medicina as notas de corte mais altas foram registradas nas disputas de ampla concorrência, quando não existe nenhum requisito de participação além de notas mínimas definidas pela instituição. Das 28 notas de corte maiores que 800, sete são de concorrências com algum tipo de ação afirmativa, como a cota racial ou a reserva de vagas para estudantes da rede pública.

Os cursos dessas disputas mais acirradas reúnem um total de 685 vagas de graduação em medicina.

Já entre as 78 disputas em que a nota de corte ficou abaixo de 680, todas são para vagas reservadas a pessoas com deficiência e que preencham outros requisitos, como raça, renda ou ter estudado em escola pública.

No total, porém, essas notas de corte reúnem apenas 112 vagas. A maioria dos cursos só oferece uma vaga para esse tipo de cota, e só em dois casos o curso chegou a oferecer até quatro vagas para candidatos com deficiência.

Cota para pessoas com deficiência

A cota para pessoas com deficiência faz parte da Lei Federal de Cotas, o que significa que todas as instituições federais precisam reservar vaga para essa modalidade.

Em quatro casos de cotas para pessoas com deficiência, o Sisu não teve nota de corte calculada. Em geral, isso acontece quando nenhum candidato está inscrito na disputa.

Veja abaixo as quatro instituições que oferecem uma vaga cada para candidatos com deficiência e que não tinham tido inscrições até a 0h desta quinta:

  • Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus Camobi, no Rio Grande do Sul: uma vaga para candidatos com deficiência autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, que tenham renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo e que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas (Lei nº 12.711/2012) e uma vaga candidatos com deficiência autodeclarados pretos, pardos ou indígenas que, independentemente da renda (art. 14, II, Portaria Normativa nº 18/2012), tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas (Lei nº 12.711/2012)
  • Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), em Minas Gerais: uma vaga para candidatos com deficiência autodeclarados pretos, pardos ou indígenas que, independentemente da renda (art. 14, II, Portaria Normativa nº 18/2012), tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas (Lei nº 12.711/2012)
  • Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), campus Thomas Tomazzi, no Espírito Santo: uma vaga para candidatos com deficiência autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, que tenham renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo e que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas (Lei nº 12.711/2012)
  • Por G1
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