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Eletrobras planeja desligar cerca de 2,4 mil funcionários em PDV a partir de outubro

Eletrobras planeja desligar cerca de 2,4 mil funcionários em PDV a partir de outubro

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr, afirmou nesta segunda-feira (10) que a estatal planeja reduzir seu quadro de funcionários em cerca de 2,4 mil pessoas como parte de seu Plano de Demissão Voluntária (PDV) a partir de outubro.

O plano de desligamentos acontece em meio ao processo de privatização de seis distribuidoras da estatal, do qual quatro já foram leiloadas. O objetivo é reduzir o endividamento da companhia e reequilibrar suas finanças, que fecharam 2017 com um prejuízo de R$ 1,72 bilhão.

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Em março deste ano, a estatal havia anunciado a aprovação do PDV nas subsidiárias Eletrobras Cepel, CGTEE, Chesf, Eletronuclear, Eletronorte, Amazonas GT, Eletrosul e Furnas, além da própria Eletrobras.

Segundo Ferreira, as fases anteriores do PDV e de programas de aposentadoria já desligaram 3 mil empregados da companhia. O objetivo da reabertura do plano de demissões, segundo ele, é chegar a uma economia de R$ 1 bilhão.

"Entendemos que tínhamos que avançar com algumas implantações de sistemas e com a mudança da companhia que ocorre já no mês que vem, obviamente isso [o PDV] é um precipitador."

Projeto de lei

Sobre o projeto de lei que cria regras para a privatização da Eletrobras, Ferreira disse que se deve lutar para que ele seja aprovado e que vai trazer benefícios para todo o setor, incluindo a estatal. "[O projeto] torna mais transparente e competitiva a venda dos ativos", afirmou.

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O PL tramita em regime de urgência no Senado e tem votação prevista para 9 de outubro. Se aprovado pela casa, o projeto ainda precisa passar pela sanção presidencial antes de virar lei.

Ainda há dúvidas sobre a viabilidade da privatização das duas distribuidoras que ainda não foram leiloadas, a Amazonas Energia e a Companhia Energética de Alagoas. Para Ferreira, o que importa hoje é vender a companhia para evitar sua liquidação, que segundo ele é “o pior que pode acontecer”.

“Se a gente for mais eficiente nos leilões não tenho medo do futuro em termos de energia no Brasil”, disse o presidente da Eletrobras.

Por G1

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