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Homem gravou vídeo com ameaça três dias antes de matar ex-companheira e cometer suicídio no DF

Homem gravou vídeo com ameaça três dias antes de matar ex-companheira e cometer suicídio no DF

 

mulher assassinada pelo ex-companheiro que se matou depois de cometer o crime neste domingo (31), no Paranoá, região do Distrito Federal, nunca tinha registrado ocorrência de ameaça ou agressão, segundo a polícia. Mas em um vídeo gravado pelo próprio assassino, 3 dias antes, Matheus Galheno ofendeu e ameaçou Isabella Borges, de 25 anos, ao encontrá-la na rua com o namorado novo.

“Vagabunda aí, oh! Eu cuidando dos filhos dela...” Isabella responde: “Matheus, para de ser ridículo! Cresce, seu babaca! Cresce!” e ele ameaça “Vou dar na sua cara, sua vagabunda”.

Isabella tinha um relacionamento de mais de dois anos com Matheus e estava separada há um mês, segundo a família.

Relato da irmã

Em depoimento à polícia, a irmã de Isabella contou que quando Matheus entrou armado na casa, Isabella estava com os bebês gêmeos no colo e teria gritado para a irmã: “Matheus vai me matar na frente de meus filhos”.

Ela ‘abraçou os dois na tentativa de evitar que ele a matasse’. Mas Matheus teria dito que a arma estava engatilhada e exigiu que levassem as crianças da sala. “Anda logo você está me atrasando”, disse o assassino à irmã da vítima, segundo ocorrência.

A irmã conta que levou uma das crianças para um cômodo e ouviu dois disparos. Quando voltou, Isabella e o outro bebê estavam caídos em um colchão. Matheus também estava ferido, mas ainda respirava.

Isabella Borges, de 25 anos, foi morta pelo ex-marido na manhã deste domingo (31). Foi o 7º caso de feminicídio no Distrito Federal neste ano.

O crime aconteceu na sala da casa da irmã mais velha, que fica na quadra 17 do Paranoá. Amigos e familiares ficaram em choque e contaram que o casal não estava mais junto, mas ele não aceitava a separação.

Alerta

A delegada-titular da 6ª Delegacia de Polícia, Jane Klébia, que investiga o caso, faz um alerta para que as mulheres registrem qualquer tipo de violência.

“Ele vai se submeter a audiências, a reunião com psicólogo, delegado, advogado, promotor... (...) pode fazer com que ele não mais agrida a companheira. Agora, se submeter a uma agressão e continuar num relacionamento recebendo outras agressões, uma hora o que é uma agressão verbal, o que é apenas um tapa, um chute, pode virar uma morte como aconteceu nesse caso”.

 

Fonte: G1

 

 

 

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