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Honda registra duas motos ‘baratas’ de origem indiana no Brasil

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Honda registrou nesta terça-feira (30) no Brasil as patentes dos modelos Shine 125 e CD 110, ambas de origem indiana. Os desenhos foram publicados no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi).

Apesar das patentes estarem no país, isso não significa necessariamente que as motos serão vendidas no mercado brasileiro. Como já aconteceu com outros modelos, como a nova Yamaha Fazer 250, o registro serve para as empresas se resguardarem sobre o desenho dos veículos para evitar cópias por todo mundo.

Pelo retrospecto da Honda no Brasil, não faria sentido, ao menos por enquanto, vender Shine e CD 110 no Brasil. A montadora conta com uma linha de baixa cilindrada de sucesso desenvolvida e feita no país, e a Honda CG 160 é disparada a moto mais vendida.

Honda CD 110 — Foto: Inpi

Honda CD 110 — Foto: Inpi

Preço acessível

O que poderia atrair nesses modelos indianos seria o preço acessível. Em uma conversão direta feita de rúpias para reais, a Shine é vendida na Índia pelo equivalente a R$ 4,8 mil; enquanto a CD sai por cerca de R$ 4,6 mil.

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Honda CD 110 — Foto: Inpi

Honda CD 110 — Foto: Inpi

Esses valores não levam em conta, é claro, as taxas de importação das motos para o Brasil; assim, o valor poderia ser maior se viessem ao mercado brasileiro. Por aqui, a moto mais barata da Honda é a Pop 110i, que custa a partir de R$ 6,7 mil.

Shine 125

Com motor de 1 cilindro e 124 cc, a Shine atinge potência máxima de 10,6 cavalos. O modelo parece menos robusto comparado a CG 160, por exemplo. Ela pesa 115 kg e tem um tanque de 10,5 litros.

Honda Shine 125 — Foto: Inpi

Honda Shine 125 — Foto: Inpi

CD 110

A CD 110 seria a equivalente de Biz ou Pop para o mercado indiano. Ela possui motor de 1 cilindro e 109,51 cc, que rende 8,6 cavalos. Com 112 kg, a moto conta com tanque de 9,1 litros; sua partida ainda é feita a pedal.

Honda CD 110 — Foto: Inpi

Honda CD 110 — Foto: Inpi

 

Por: G1

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Banco do Brasil libera uso do PIX em seu bot para WhatsApp

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Aproveitando a boa recepção do público, o Banco do Brasil se tornou a primeira instituição financeira do país a liberar o uso do PIX pelo WhatsApp. A novidade foi anunciada nesta semana e funciona de forma relativamente simples.

O usuário só precisa chamar o Banco do Brasil no WhatsApp (61 4004-0001), cadastrar sua conta e escrever a palavra PIX. Após isso, o mensageiro deve exibir um menu com as opções de pagar, receber ou cadastrar chave PIX.

Imagem/Reprodução: mobiletime

O bot usado pelo Banco do Brasil foi anunciado no ano passado e já faz uma série de outras operações. Caso o usuário já tenha se cadastrado no PIX, o uso da ferramenta no WhatsApp é ainda mais fácil:

Em casos de pagamento, o assistente virtual deve solicitar a chave PIX do recebedor e o valor. O banco deve informar o nome e a instituição de destino para confirmar a transação. Caso tudo esteja certo, basta apenas responder “sim” para receber um link seguro onde será necessário digitar a senha. Após essa etapa, o comprovante é exibido no mensageiro e pode ser compartilhado.

Caso o usuário queira receber, basta apenas escolher a opção no menu e informar a chave de recebimento, valor e descrição. Assim, o WhatsApp deve exibir um QR Code para ser compartilhado com o pagador. Vale lembrar que o Banco do Brasil é parceiro do sistema de pagamentos do WhatsApp, que ainda não foi liberado pelo Banco Central.

Leia mais:  Aviso de acesso à localização: entenda o lembrete de permissões de aplicativos no Android

FONTE: https://www.tudocelular.com/mercado/noticias/n166485/banco-do-brasil-pix-whatsapp-bot-pagamentos.html

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