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POLÍTICA

Grupo hacker suspeito de atacar TSE já invadiu outros 61 sites brasileiros

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Prédio do TSE
Marcelo Camargo/ABr

TSE sofreu invasões na manhã do primeiro turno das eleições municipais

O grupo do hacker português que assumiu publicamente a autoria do vazamento de dados privados e do ataque cibernético ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante o primeiro turno das eleições municipais de 2020, no domingo de dia 15, já atacou pelo menos 61 sites brasileiros somente neste ano.

Segundo uma página do grupo de criminosos denominado CyberTeam, que é liderado por um hacker conhecido como Zambrius, desde 2017 os sites brasileiros que foram alvos são 140. As informações são do jornal O Estado de São Paulo .

A invasão de sites do Ministério da Saúde, que prejudicou a divulgação de dados sobre a Covid-19, também é reivindicada pelo grupo. Na lista dos alvos ainda estão sites de Prefeituras, Câmaras e um departamento de trânsito. Pequenas empresas e escritórios de advocacia também figuram entre as vítimas.

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O histórico do CyberTeam alimenta a suspeita, não descartada por investigadores, de que a ação contra o TSE pode ter sido realizada não por um hacker ativista, mas por um grupo de cibercriminosos.

Uma das linhas de investigação indica a possibilidade de envolvimento de radicais ligados a núcleos bolsonaristas. Zambrius está em prisão domiciliar, em Portugal, e diz que agiu sozinho apenas de um celular.

As apurações estão sendo conduzidas pelo Ministério Público Federal e pelo próprio TSE. Há também um inquérito aberto pela Polícia Federal. Todas as informações sobre os ataques do grupo hacker ficam em um arquivo na internet no qual os invasores anexam, anonimamente, “provas” de seus feitos.

Zambrius afirma que não contou com a ajuda de ninguém na invasão às páginas do TSE. Em ataques anteriores do CyberTeam, no entanto, há listas com assinaturas de grupos inteiros. Em outubro, por exemplo, o alvo foi o Detran de Tocantins. O grupo acessou subpáginas que podem ter dado acesso a dados privados de servidores e cidadãos comuns.

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POLÍTICA

Mourão: “Não tem como prever o que ia acontecer em Manaus”

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Mourão fala que não tinha como prever situação de calamidade em Manaus
Pozzebom/Agência Brasil

Mourão fala que não tinha como prever situação de calamidade em Manaus

Na manhã desta sexta-feira (15), o vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão disse pela manhã em Brasília, que não tinha como prever a situação de calamidade que vive o sistema de saúde de Manaus . Ele disse que a nova variante do vírus descoberta na cidade ocasionou a aceleração do colapso nos hospitais. As informações foram apuradas pelo R7.

Vivendo momentos de extrema tensão, os pacientes da região infectados pela Covid-19 , estão morrendo por asfixia pela falta de oxigênio nos hospitais da região . “Você não tem como prever o que ia acontecer com essa cepa que está ocorrendo em Manaus. Totalmente diferente do que tinha acontecido no primeiro semestre”, declarou Mourão.

O vice-presidente ainda falou sobre a gestão do ministro Eduardo Pazuello e que a situação da Amazônia é mais complicada do que todos imaginam. “Quando o ministro Pazuello falou de inverno na Amazônia, ele foi ridicularizado. O que é o inverno na Amazônia? A estação das chuvas. Há muita umidade e aumentam os casos de doenças respiratórias. Foi o que aconteceu naquele pico no início da pandemia e está acontecendo de novo.” 

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Mourão ainda diz que o governo está se esforçando para reverter a situação de calamidade enfrentada pela população de Manaus. “Mas eu já falei para vocês: na Amazônia, as coisas não são simples, né? Você tem uma capital como Manaus, que é a cidade mais populosa da Amazônia Ocidental, e que você só chega lá de barco ou avião. Então, qualquer manobra logística, de uma hora para outra, aumenta a quantidade de suprimentos lá…” afirmou.

Novo variante

De acordo com as pesquisas divulgadas na última terça (12), o Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), um novo variante da covid-19 foi confirmada e encontrada na região do Amazonas. A nova cepa é tida como recente, sendo originalizada em dezembro de 2020 ou janeiro de 2021.

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Por enquanto, conhecida como B.1.1.28 (K417N/E484K/N501Y), foi identificada no Japão em quatro viajantes brasileiros, um homem e mulher adultos e duas crianças. Eles retornaram da área amazônica brasileira por volta de 2 de janeiro deste ano. E segundo o pesquisador da Fiocruz Amazônia, Felipe Naveca, a mutação do vírus não é a única responsável pelo o aumento de número de casos no estado.

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