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POLÍTICA

Governo de SP e Mario Frias, secretário de Bolsonaro, trocam farpas sobre museu

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Mario Frias, secretário de Cultura
Roberto Castro/Ministério do Turismo

Mario Frias, secretário de Cultura

Mario Frias, secretário especial da cultura,usou as redes sociais para atacar o governo de São Paulo ao declarar que as obras do Museu do Ipiranga estão sendo custeadas pelo governo Bolsonaro, e não por  João Doria (PSDB).

Interditado desde 2013, Frias visitou o museu, localizado no Parque da Independência, em São Paulo , na última quinta-feira (28).

“Causou-me estranheza que uma obra tão importante, que não recebeu recursos do governo do Estado de São Paulo, tenha sido anunciada pelo governador, João Dória, como a principal obra do seu governo”, declarou o secretário.

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Confira o post do membro do governo Bolsonaro, criticando Doria:

Em resposta, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo, criticou as declarações feitas por Mario Frias, que segundo o órgão do governo paulista, “parece ter sido feito por outra pessoa”.

“Infelizmente, o secretário não teve coragem de dizer o mesmo na frente dos anfitriões. Se tivesse feito, receberia as informações corretas sobre a participação do Governo de SP e do governador João Doria no projeto. O Museu do Ipiranga pertence à Universidade de São Paulo, instituição vinculada ao governo de SP. O governador João Doria liderou a vitoriosa campanha de captação de recursos para o projeto de restauro e ampliação. Há recursos estaduais em diversas etapas do projeto. Cerca de 50% dos recursos captados junto à iniciativa privada não são incentivados”, diz em nota.

O Museu do Ipiranga está em reformas e tem previsão de ser reaberto em 2022, nas celebrações do bi-centenário da independência do Brasil .

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POLÍTICA

Contrariando decisão de Fachin, ministros do STF querem julgar suspeição de Moro

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Recurso da PGR contra decisão que favoreceu Lula vai ao STF
Nelson Jr./SCO/STF

Recurso da PGR contra decisão que favoreceu Lula vai ao STF

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) querem julgar a suspeição do ex-juiz Sergio Moro nos casos envolvendo o ex-presidente Lula mesmo após  decisão do ministro Edson Fachin ter anulado as condenações do petista ter classificado a 13ª Vara Federal de Curitiba “incompetente”.

Na avaliação dos ministros, a decisão de Fachin não prejudica o julgamento de Moro. Integrantes da 2ª Turma do STF, onde a ação contra Moro tramita, pretendem manter a análise da suposta parcialidade do ex-juiz nos processos que envolvem Lula.

Com a anulação desta segunda (8), Lula deixou de ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e ganhou novamente todos os seus direitos políticos, podendo inclusive se candidatar para cargos públicos.

Em seu despacho, Fachin considerou que todos os habeas corpus apresentados pela defesa do ex-presidente questionando a conduta da Justiça ficaram prejudicados. Isso quer dizer que todos perdem a razão de ser e devem ser arquivados. Entre eles está a ação que levanta a suspeição de Sergio Moro

A previsão é que ela seja pautada ainda no primeiro semestre. Os ministros da 2ª Turma vão ter a palavra final sobre a pertinência de que ela ainda seja analisada.

Lula foi condenado em 2017 e preso em 2018 por causa do tríplex. A defesa dele sempre questionou a conduta de Moro, afirmando que ele se conduziu de forma parcial nos processos que envolvem o ex-presidente.

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