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POLÍTICA

Governador da Bahia avalia toque de recolher no estado “para evitar o pior”

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Governador da Bahia, Rui Costa (PT)
Reprodução/Facebook

Governador da Bahia, Rui Costa (PT)

O governador da Bahia , Rui Costa (PT) declarou nesta terça-feira (16) que estuda medidas mais restritivas para serem implantadas no estado, como o toque de recolher, “para evitar o pior”, em um momento de alta da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

“Nós estamos avaliando, sim, novas medidas, semelhantes às que já adotamos, no sentido de fechamento de atividades, de eventualmente adotar toque de recolher novamente, dessa vez geral no estado, ou nas regiões com alta taxa de contágio”, disse em entrevista à TV Bahia.

Na última segunda (15), a Bahia registrou 1796 novos casos e 63 óbitos em decorrência da Covid-19. A taxa de ocupação de leitos no estado é de 66%. Na capital Salvador , o número é ainda maior, 75%.

O petista declarou que “mesmo contrariando opinião de alguns”, avalia o toque de recolher para evitar o colapso no sistema de saúde:

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“Analiso a possibilidade, se mantiver ao longo dessa semana essas mesmas taxas, nós implementarmos o toque de recolher em todo estado da Bahia, para evitar o pior. Evitar ter cenas de homens e mulheres, idosos, jovens, adultos, clamando por um leito hospitalar, sem ter. Essa imagem não queremos e não ficarei passivo, mesmo contrariando opinião de alguns”.

Ainda nesta terça (16), o secretário de saúde de Salvador, Léo Prates, anunciou a suspensão da campanha de vacinação contra a Covid devido à falta de doses. Serão aplicadas apenas a 2ª dose da CoronaVac nas pessoas que já receberam a primeira.

 Segundo dados do site Coronavírus Brasil, a Bahia é o 4º estado que mais vacinou a população, com 377 mil doses aplicadas.

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Comissão de Educação da Câmara pode ficar com deputados bolsonaristas

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Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)
Gustavo Sales/Câmara dos Deputados

Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)

Com o adiamento das definições dos presidentes das comissões da Câmara para a semana que vem , deputados bolsonaristas começaram a negociar para que eles sejam os escolhidos para o comando da comissão de Educação da Casa. A informação é do jornal Folha de S.Paulo

Os nomes mais fortes para assumir o órgão colegiado são os dos deputados Carlos Jordy (RJ) e Aline Sleutjes (PR). Os dois são da ala bolsonarista do PSL e têm forte apelo nos posicionamentos ideológicas de apreço do governo Jair Bolsonaro (sem partido), sendo alguns dos principais aliados do presidente na Câmara .

Sleutjes ainda é investigada no inquérito que apura financiamento a atos antidemocráticos, que é conduzido sob relatoria do ministro Alexandre de Moares, do Supremo Tribunal Federal (STF). A definição é prevista para os próximos dias.

Desde o início das negociações, o grupo bolsonarista da legenda manteve como alvo principal a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Câmara. Já é quase certo que a CCJ fica com a deputada bolsonarista Bia Kicis  (PSL-DF), também investigada no inquérito que apura atos antidemocráticos e ​​no das fake news.

Leia mais:  Bolsonaro se reúne com médicos que apoiam uso da cloroquina

No caso da Comissão de Educação, no entanto, ela também é considerada estratégica para o grupo. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores veem o tema como o campo de batalha para pautas ideológicas no governo, que guarda pouca conexão com os problemas reais do Brasil.

O objetivo da conquista do comando da comissão seria a suposta proeminência da esquerda no setor e o fortalecimento de pautas de fundo religioso.

Nas últimas semanas, a comissão de Educação chegou a ser prometida para o DEM durante negociações tocadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A legenda ainda mantém articulação para ficar com o colegiado.

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