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Flordelis lamenta morte de cunhada e é criticada: “corja de víboras sem punição”

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Fernando Frazão/Agência Brasil

Deputada foi criticada por lamentar morte da cunhada, que a acusava de ser mandante da morte do pastor

Horas depois da divulgação da morte da irmã do pastor Anderson do Carmo , ocorrida na última segunda-feira (21), a deputada federal Flordelis usou sua página em uma rede social para lamentar a tragédia. A postagem, entretanto, acabou recebendo muitas críticas.

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“Recebi com tristeza a notícia da morte da minha cunhada Michele. Só quem conhece a mensagem do Evangelho pode compreender a sinceridade da dor no meu coração. (…) Neste momento, eu oro pela minha sogra, porque só uma uma mãe sabe a dimensão da dor da perda de um filho, de uma filha. Desejo que Deus a conforte neste momento”, diz parte do texto divulgado por Flordelis .

Nos comentários, muitos acharam o caso estranho, pelo fato de que Michele era uma das pessoas que acusam Flordelis de ser a mandante do crime contra o próprio marido . Já os mais exaltados disseram que ela morreu “de tristeza de ver essa corja de víboras sem punição”. Houve ainda quem questionasse a pastora: “por que não vai lá dar um abraço na sua sogra? Que amor é esse que você diz sentir? Precisa receber o Espírito Santo”.

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“Vida ceifada pela sensação de impunidade”

O advogado Ângelo Máximo , que representa a família do pastor Anderson do Carmo , também usou as redes sociais para lamentar a morte de Michele, vitimada por uma anemia, na última segunda-feira. Segundo o defensor, ela foi mais uma vítima da morosidade da investigação e da sensação de impunidade que permeia o caso do irmão, que era casado com a deputada federal Flordelis (PSC-RJ).

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“Vida que foi ceifada por conta da sensação de impunidade, que impera sobre as investigações, que apuram os mandantes e outros autores/partícipes da morte do seu irmão o Pastor Anderson do Carmo de Souza”, escreveu, acrescentando que, mesmo o crime sendo cometido “em família”, a polícia ainda não conseguiu concluir o caso.

“Crime cometido em família, dentro da própria casa, onde os alvos das investigações, são os familiares da vítima, que estavam na residência, no momento do seu cometimento e, nem assim, a polícia consegue concluí-las”, falou.

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“Essa ‘sensação de impunidade’ é um câncer diagnosticado, em tese, em todas as investigações, onde seus alvos são pessoas de classe média alta, câncer este, que já virou metástase (…) Tendo a certeza, ao de Deus, que aqui, continuarei buscando por justiça, sendo, pelo fato que vitimou seu irmão, e agora, por você. Que direta ou indiretamente, fora vítima junto com seu irmão”, prometeu.

Michele chegou a prestar depoimento à polícia no caso que investiga o assassinato de seu irmão e apontava a cunhada Flordelis como mandante. Em setembro, ela e sua mãe, Maria Edna, foram autorizadas pela Justiça e pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) para serem assistentes de acusação no processo que investiga o crime.

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Após ser alvo de representação, Kajuru desafia Flávio no Conselho de Ética

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Senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) divulgou áudio de conversa com Bolsonaro
Edilson Rodrigues/Agência Senado

Senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) divulgou áudio de conversa com Bolsonaro

Após ser representado pelo senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no Conselho de Ética nesta segunda-feira (12), o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) disse que desafia o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a um escrutínio do colegiado. Flávio é investigado no inquérito das “rachadinhas”, que apura um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro no gabinete do parlamentar na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Kajuru disse que riu ao saber da representação de Flávio Bolsonaro no Conselho de Ética. O filho do presidente alegou que o colega de Senado teve uma “conduta imoral” ao gravar Bolsonaro sem consentimento e divulgar o áudio em que ele falava sobre a criação da CPI da Pandemia.

“Eu ri, eu ri, o que posso fazer? Nessa hora, você tem que rir. Para mim, foi motivo de dar risada logo ele, entre 81 senadores, o que me representa no Conselho de Ética é quem exatamente deveria estar no Conselho de Ética? Porque eu nunca fui acusado de crime. Nenhuma esfera da Justiça nunca me denunciou por nada, nem na minha vida jornalística, nem na minha vida política. A Polícia Federal nunca foi na minha casa às 6h30 da manhã, eu nunca fui manchete negativa do Jornal Nacional. Eu fiz um convite a ele: Já que ele me quer no conselho de ética, eu também faço o mesmo convite: vamos juntos, vamos ver se você tem coragem de ir lá e explicar uma denúncia grave contra você”, disse Kajuru.

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O senador reafirmou que está tranquilo sobre a apuração do Conselho de Ética e colocou a quebra do sigilo telefônico à disposição.

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“Ele (Bolsonaro) não só sabia (que estava sendo gravado) como respondeu pra mim: ‘Kajuru, não tenho nada a esconder’, quando comuniquei a ele que ia para o ar às 12h40. Pode abrir o sigilo telefônico dos dois. Vamos ver quem está falando a verdade. Estou tranquilíssimo, consciência limpa, fiz a minha missão e a cumpri de forma completamente honesta e indiscutível e insofismável”, disse.

Kajuru minimizou o fato de o Cidadania convidá-lo a deixar o partido. O senador disse que partiu dele a sinalização que abandonaria da legenda por divergir da cúpula. Kajuru disse que é independente e negocia sua ida para o Podemos.

“Eu os avisei hoje cedo. Há três meses estou acertando com o senador Álvaro Dias para ir para o Podemos. Eu só continuei no Cidadania por respeito por admiração ao Alessandro (Vieira, senador), a Eliziane (Gama, senadora) e ao carinho do Roberto Freire, mas eu não sou obrigado a concordar com tudo o que o Roberto Freire quer. Quando eu vi que tinha gente do partido contra a CPI (que inclui Estados e municípios) eu me decepcionei, acabou o casamento. Com o acontecimento de hoje, eu me antecipei: podem me expulsar, fazer o que quiser, eu não estou nem aí. Quero ir para o Podemos”, disse Kajuru. “Eu fiquei feliz. Foi a melhor notícia da minha vida hoje foi essa. Estou livre para ir para o partido que eu quero”, completou.

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