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POLÍTICA

Flordelis é nomeada como titular da Secretaria da Mulher na Câmara

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Deputada será titular da secretaria da mulher na Câmara
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Deputada será titular da secretaria da mulher na Câmara

Um dia após celebrar a vitória de Arthur Lira como novo presidente da Câmara dos Deputados, a  deputada federal Flordelis dos Santos da Silva (PSD), que enfrenta processo disciplinar e pode perder o mandato , foi nomeada como nova titular da Secretaria da Mulher.

A informação consta na página com o perfil de Flordelis no site da Câmara e mostra que a indicação para o cargo foi feita nesta terça-feira (2). Criada em 2013, a Secretaria da Mulher uniu a Procuradoria da Mulher, criada em 2009, e a Coordenadoria dos Direitos da Mulher, que representa a Bancada Feminina, agrupamento suprapartidário integrado por todas as deputadas.

A inclusão na secretaria aumenta o rol de participações da pastora  dentro da Câmara. Antes disso, ela também foi apontada como titular na Bancada do Rio de Janeiro e na Subcomissão de combate à pedofilia, adoção e família, algumas de suas principais bandeiras na carreira política, além de integrar a Frente Parlamentar Mista Pelo Fortalecimento do SUS.

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“Câmara terá voz”

Flordelis celebrou vitória de Arthur Lira
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Flordelis celebrou vitória de Arthur Lira

Na noite da última segunda-feira (1°), horas após a confirmação do nome de Lira para a presidência da casa, Flordelis publicou mensagem celebrando o resultado.

“Chegou o momento de avançar, momento de colocarmos e votarmos pautas que conduzirão o Brasil à dias melhores. Minha felicidade em participar desse momento e ter apoiado desde o início o novo presidente que nesse momento discursa em sua posse. AGORA A CÂMARA TERÁ VOZ!”, escreveu.

Repercussão

Página com o perfil da parlamentar mostra a inclusão feita nesta tertça-feira (2)
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Página com o perfil da parlamentar mostra a inclusão feita nesta tertça-feira (2)

Após a divulgação da nomeação , outros deputados utilizaram as redes sociais para comentar a mudança, em especial por se tratar de uma parlamentar envolvida em uma investigação criminal que pode culminar com a sua prisão.

O deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) aproveitou a ocasião para “alfinetar” a também deputada Carla Zambelli (PSL-SP). Na postagem, ele questiona como a colega estaria se sentindo: “é por ela que a bancada feminina Bolsolira vai ser representada?”. Pouco depois, Zambelli respondeu ao comentário de forma curta: “É óbvio que sou contra, seu moleque mimado”.

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POLÍTICA

Câmara dos Deputados vota esta semana a PEC Emergencial

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Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados marcou para esta semana a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a PEC Emergencial . O presidente da Casa, Arthur Lira, anunciou que pautará a PEC para apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões.

A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto na terça-feira (9) e, no dia seguinte, a votação em plenário em dois turnos. Na avaliação de Lira, é importante aprovar logo a PEC para possibilitar o pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial à população ainda em março. O relator da proposta na Câmara é o deputado Daniel Freitas (PSL-SC).

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários. A PEC também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos .

No Senado, o texto sofreu mudanças importantes. O relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) teve que ceder à resistência de vários colegas e foi retirado o trecho mais polêmico do seu parecer, o fim da vinculação obrigatória de parte do orçamento a investimentos com saúde e educação. Bittar também retirou a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos, como expediente de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Bittar adicionou uma “trava” a mais para evitar um gasto excessivo com o auxílio emergencial. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. O governo estima retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

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