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POLÍTICA

Flávio fala em ‘desatenção’ e ‘engano’ em voto para aumento do fundo eleitoral

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Flávio Bolsonaro falando ao microfone arrow-options
Roque de Sá/Agência Senado

Flávio assumiu que votou errado em proposta sobre fundo eleitoral por “desatenção”

O senador Flávio Bolsonaro (sem partido) disse que cometeu um “engano” e, por “desatenção”, votou a favor de um projeto que abre brecha para aumento fundo eleitoral para as eleições de 2020 . Em um vídeo publicado em seu canal no YouTube nesta quarta-feira (4), o filho 01 do presidente Jair Bolsonaro disse que “não prestou atenção” na orientação dada pela liderança do governo no Congresso .

“Acabei dando um voto para derrubar esse veto, quando na verdade o voto deveria ter sido para manter o veto”, afirmou Flávio no vídeo. O veto a que ele se refere é um dos sete determinado Jair Bolsonaro , que impedia o aumento do chamado “fundão” para as eleições de prefeitos e vereadores do ano que vem.

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Na terça (3), uma semana após o voto do senador, o relator da Lei Orçamentária Anual (LOA), deputado Domingos Neto (PSD-CE), propôs que o fundo público para o próximo ano fosse de R$ 3,8 bilhões. O valor proposta supera a quantia de 2018 em 120% e é superior ao montante de 2016 em R$ 1,8 bilhões, sendo que 20% desse total iria para o PT e o PSL. Juntas, as siglas teriam direito a R$ 730 milhões.

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No vídeo, Flávio ainda mostra como as lideranças orientam sua bancada a votar nas proposta, exibindo para a câmera uma folha com a lista de cada uma delas com a indicação de como deveria ser o voto. A lista foi entregue pelo senador Major Olímpio e Flávio disse que “pegou a essa folha e não checou exatamente esse ponto principal”. Ainda de acordo com o senador, ele teve que votar 259 vezes.

Assista ao vídeo:

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POLÍTICA

Deputado quer que professores e médicos usem armas durante serviço

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Na justificativa do projeto, Knoploch cita dois artigos do Código penal que legislam sobre a legítima defesa e o Excludente de ilicitude


O deputado Alexandre Knoploch (PSL) protocolou, nesta quinta-feira (14), um projeto de lei que, se aprovado, concede direito a porte de arma funcional a professores e médicos concursados da rede pública estadual. Segundo a proposta, o profissional teria que declarar a necessidade do uso da arma e caberia as secretarias de Saúde e Educação realizar convênios com as autoridades policiais para o treinamento dos médicos e professores.


Na justificativa do projeto, Knoploch cita dois artigos do Código penal que legislam sobre a legítima defesa e o Excludente de ilicitude. Ao longo do texto o deputado ainda cita o depoimento de dois professores da rede pública. Um do Rio e outro da cidade de Lins, interior de São Paulo, que sofreram agressões de alunos.

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“Diante de evidências das agressões que acometem essas duas classes profissionais tão relevantes é que esse Projeto autoriza que esses bravos profissionais possam ter porte de arma em seus locais de trabalho, com o único intuito de legítima defesa, jamais de ataque “, diz Knoploch no projeto, pedindo em seguida a provação desta “imortante matéria” para o Rio.

O projeto agora precisa ser avaliado por cinco comissões dentro da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), entre elas pela Constituição e Justiça.

Para o advogado Antônio Galvão, presidente da Comissão Especial para Estudos Sobre Legislação do Porte de Armas da OAB- Rio, o projeto é inconstitucional porque apenas a União pode legislar sobre o tema.

“O artigo 22 da Constituição diz que apenas a União pode legislar sobre normas que envolvam material bélico. O estado não pode autorizar outras categorias a ter o porte de armas”.

A antropóloga e professora do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF) Jacqueline Muniz também critica a proposta.

“Este projeto frágil se trata de um oportunismo de mercado , um marketing pessoal em buscas de doações para a próxima campanha. Não é uma projeto para contribuir com a segurança”, afirma.

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Procurado, o deputado Alexandre Knoploch não respondeu o contato da reportagem.

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