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Filha de Fernandinho Beira-Mar assume cargo de vereadora em cidade no Rio

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Filha de Fernandinho Beira-Mar%2C Fernanda Costa (PP) assume vaga como vereadora em Duque de Caxias
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Filha de Fernandinho Beira-Mar, Fernanda Costa (PP) assume vaga como vereadora em Duque de Caxias

Fernanda Costa ( MDB ), filha do traficante e ex-líder da organização criminosa Comando Vermelho, Fernandinho Beira-Mar , assume nesta segunda-feira (4) uma cadeira de vereadora em Duque de Caxias,  no Rio de Janeiro.

Fernanda recebeu 3999 votos, e apesar de não ter sido eleita, foi a oitava candidata mais votada de seu partido, e era a primeira suplente. O Prefeito da cidade, Washington Reis ( MDB ) nomeou um vereador como secretário, e dessa forma, Costa ocupará o posto.

“A Prefeitura de Duque de Caxias informa que o vereador eleito Sandro Lelis, ex-presidente da Câmara Municipal da cidade, foi nomeado secretário municipal de Serviços Públicos. Sua cadeira na Câmara passará a ser ocupada pela Dra. Fernanda Costa, cirurgiã dentista, candidata eleita que toma posse no plenário da Casa nesta segunda-feira (04/01), às 15h”, afirma em nota a prefeitura.

Essa é a segunda vez em que a dentista disputa as eleições municipais na cidade da baixada fluminense. Em 2016, ela tentou, sem sucesso, se eleger vereadora pelo PP.

Fernandinho Beira-Mar

O pai da vereadora eleita, Luiz Fernando da Costa, foi chefe do Comando Vermelho , organização criminosa que comanda o tráfico de drogas no Rio de Janeiro.

Ele está preso desde 2002, e sua pena ultrapassa os 300 anos. Os crimes cometidos por Fernandinho são de: Assalto, homicídio, tráfico de armas e drogas.

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POLÍTICA

Com retomada de sessões semipresenciais, casos de Covid-19 crescem 80% na Câmara

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Câmara passou a maior parte do ano de 2020 fazendo sessões remotas
Najara Araújo/Câmara dos Deputados

Câmara passou a maior parte do ano de 2020 fazendo sessões remotas

A retomada de sessões “semipresenciais” no Congresso em fevereiro fez os casos de Covid-19 entre servidores, deputados e terceirizados aumentar 80% na Câmara em relação a janeiro. Foram 72 casos em dezembro, 58 em janeiro e 105 em fevereiro.

Procurado, o Senado respondeu que “não tem como praxe a divulgação de balanço de casos de Covid-19 entre os seus servidores, colaboradores e parlamentares”. Registrou apenas que quatro colaboradores do Senado foram diagnosticados com Covid-19 no período do “esforço concentrado” no início de fevereiro, durante a eleição da Mesa Diretora, enquanto exerciam trabalho presencial.

Dezenas de prefeitos visitaram a Câmara e o Senado nas últimas semanas em busca de espaço no Orçamento de 2021, prestes a ser aprovado. Os visitantes lotaram elevadores, corredores fechados e gabinetes de deputados e senadores. As Casas não informaram quantos visitantes receberam.

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Com o agravamento da pandemia e as restrições de circulação impostas pelo Distrito Federal, os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), anunciaram que as sessões voltarão a ser completamente remotas. A votação da PEC Emergencial no Senado, nesta quinta-feira, foi a última sessão semipresencial.

A Câmara informou ainda que não é possível saber se as contaminações ocorreram naa Casa.

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Em nota, o Senado disse que “mantém ações frequentes de limpeza dos espaços comuns, áreas de trabalho e gabinetes administrativos, conforme os protocolos indicados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com incremento da rotina de limpeza em todos os setores, principalmente nas superfícies das dependências.”

No início dessa semana, três senadores anunciaram, em um intervalo de menos de um dia, estarem infectados com Covid-19: Lasier Martins (Podemos-RS), Major Olímpio (PSL-SP) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE). Eles participaram de uma reunião presencial juntos uma semana antes, além de terem circulado pelo plenário e outras áreas da Casa.

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Desde o início da pandemia, dois senadores morreram em decorrência de infecções por coronavírus: José Maranhão (MDB-PB) e Arolde de Oliveira (PSD-RJ). Na Câmara, não houve nenhum caso de letalidade.

A Câmara dos Deputados informou que adota diversos protocolos para prevenir a disseminação de coronavírus em suas dependências. “Uma das providências consiste na disponibilização de informações e orientações importantes a respeito dos procedimentos adequados para a convivência nos ambientes da Câmara.”

“O uso de máscaras faciais é obrigatório dentro das dependências da Câmara. A distância pessoal deve ser mantida em aproximadamente 1,5 metro. Corredores e escadas ganharam adesivos com sinalizações de ida e vinda, e os elevadores, de localização. Há também orientações sobre o uso correto, a lavagem e o descarte das máscaras faciais, conforme determinado pela Anvisa, assim como de higienização das mãos.”

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