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ITURAMA E REGIÃO

Festa de confraternização da Câmara de Uberaba termina em briga generalizada e tiros, diz PM

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Briga generalizada e disparos de arma de fogo foram registrados em um restaurante na zona rural, na tarde do último sábado (7), durante uma confraternização da Câmara de Uberaba.

A Polícia Militar (PM) foi chamada ao local, mas a confusão já havia terminado. De acordo com a ocorrência, alguns participantes da confraternização – incluindo o presidente da Câmara, o vereador Ismar Marão (PSD) – contaram que, além da briga, houve também disparos de arma de fogo, mas não souberam dizer quem foi o autor, que fugiu antes da chegada dos militares.

Ainda conforme a ocorrência, algumas pessoas também disseram não saber o real motivo da briga, mas citaram que o vereador Thiago Mariscal (MDB) e um amigo dele estavam envolvidos na confusão. Porém, segundo a PM, os dois citados não estavam mais no local para darem a própria versão sobre o ocorrido.

Algum tempo depois, a PM foi chamada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) São Benedito para atender a uma possível vítima da briga generalizada durante a confraternização.

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Ao chegarem à unidade, os policiais constataram que a vítima se tratava do amigo do vereador Thiago Mariscal. De acordo com a PM, ele disse que foi ameaçado e agredido por pessoas participantes do evento.

Ele também afirmou que, depois iria se inteirar dos dados completos dos supostos agressores, e que então iria até uma Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) para registrar a possível ameaça de morte, bem como a agressão sofrida.

G1 entrou em contato com a assessoria da Câmara, que não há um posicionamento, pois a confraternização foi organizada pelos servidores. A reportagem também entrou em contato com o vereador Thiago Mariscal para saber se quer se posicionar sobre o caso e aguarda retorno.

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ITURAMA E REGIÃO

Prazo para eleitor regularizar título termina em maio

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Quem não estiver em dia com documento, não poderá votar nas eleições

Os cidadãos que tiveram o título de eleitor cancelado têm até o dia 6 de maio para regularizar a situação. Após o prazo, quem não estiver em dia com o documento, não poderá votar nas eleições municipais de outubro, quando serão eleitos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores nos 5.568 municípios do país.

No ano passado, 2,4 milhões de títulos foram cancelados porque os eleitores deixaram de votar e justificar ausência por três eleições seguidas. Para a Justiça Eleitoral, cada turno equivale a uma eleição.

Para regularizar o título, o cidadão deve comparecer ao cartório eleitoral próximo a sua residência, preencher o Requerimento de Alistamento Eleitoral (RAE) e apresentar um documento oficial com foto. Além disso, será cobrada uma multa de R$ 3,51 por turno que o eleitor deixou de comparecer. O prazo para fazer a solicitação termina no dia 6 de maio, último dia para emissão do título e alteração de domicílio eleitoral antes das eleições.

Além de ficar impedido de votar, o cidadão que teve o título cancelado fica impedido de tirar passaporte, tomar posse em cargos públicos, fazer matrícula em universidades públicas, entre outras restrições.

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A situação de cada eleitor pode ser verificada no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro. Se necessário, o segundo turno será no dia 25 do mesmo mês. Cerca de 146 milhões de eleitores estarão aptos a votar.

Por: Limeira Notícias

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