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Fala de Bolsonaro sobre cocô vira tema de questão de vestibular

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Jair Bolsonaro com a mão no peito arrow-options
Alan Santos/PR

Bolsonaro sugeriu menos idas ao banheiro para diminuir poluição

Uma fala do presidente Jair Bolsonaro na qual ele faz uma sugestão para a população ir menos vezes ao banheiro virou tema de uma questão de vestibular. Em uma das perguntas da prova da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), o texto prévio cita a declaração do presidente que ele sugere que seja feito “cocô dia sim, dia não”. Na pergunta, a fala não é atribuida a Bolsonaro, mas a uma “autoridade pública”.

Após o texto, a pergunta pede que o candidato escolha “a opção que contribui realmente com a preservação do meio ambiente”. Entre as alternativas erradas estavam a priorização da agropecuária extensiva, a criminalização de Organizações Não Governamentais (ONGs), a restrição da divulgalção de dados relativos ao desmatamento e a redução do efetivo de instituições ambientais que monitoram o impacto de atividades humanas.

Captura de tela com a questão do vestibular arrow-options
Reprodução

Questão estava na prova da PUC-PR

Bolsonaro deu essa declaração durante uma entrevista coletiva na saída do Palácio do Alvorada. Ao ser questionado por um jornalista sobre os efeitos do desenvolvimento da agropecuária para o meio ambiente no Brasil, ele sugeriu ao repórter: “Faça cocô dia sim, dia não”.

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É só você deixar de comer menos um pouquinho. Quando se fala em poluição ambiental, é só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante a nossa vida também, tá certo?”, afirmou Bolsonaro.

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Congresso é “omisso” e “cúmplice” da atuação de Bolsonaro, dizem advogados

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Advogados Kakay e Sheila de Carvalho falaram sobre a CPI da Covid-19 no Senado
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Advogados Kakay e Sheila de Carvalho falaram sobre a CPI da Covid-19 no Senado

Os advogados Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, e Sheila de Carvalho chamaram o Congresso Nacional de “omisso” e “cúmplice” das ações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para o combate à Covid-19 . As críticas foram feitas em conversa com iG nesta terça-feira (13) durante a live Em Cima do Fato , que discutiu a instauração da CPI da Covid-19 no Senado.

Ao falar sobre a tentativa de Bolsonaro de mudar objeto da CPI e de outros atos do presidente, como foi revelado em conversa entre ele e o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), Kakay afirmou que talvez seja esse o motivo pelo qual o Judiciário tenha sido muito acionado ultimamente. 

“Nesse caso da CPI, há uma previsão constitucional que a CPI é um direito da minoria. Quem foi bater às portas do STF foram os senadores. O STF não levantou de manhã e falou que ia abrir uma CPI, não é assim que funciona. Há omissão do Congresso Nacional porque estavam presentes os requisitos constitucionais das assinaturas mínimas e o objeto definido. O Congresso Nacional tem sido omisso, sim”, afirmou o advogado criminalista.

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“Não existe vácuo de poder no Brasil. A partir do momento em que o Congresso Nacional não age, se alguém provocar o Judiciário, necessariamente o Supremo tem que agir”, completou.

Já para Sheila de Carvalho, o Congresso tem se comportado como cúmplice por conta da falta de medidas tomadas para evitar o aumento do número de mortes pela Covid-19.

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Segundo a especialista, “a gente está vendo os crimes acontecendo, uma política de morte”, algo que, na avalição dele “não é natural”.

“A gente tem a responsabilidade sobre mais de 350 mil vidas perdidas que foram perdidas, estudos já demonstram, por conta de uma negligência da gestão dessa pandemia. Há estudos que mostram que 75% a 80% das vidas poderiam ter sido salvas se agente tivesse adotado políticas para a contenção da pandemia. Esse é o foco dessa CPI e ela deveria ter instaurada há muito mais tempo”, disse.

Ainda de acordo com Kakay, está sendo criada uma expectativa muito grande em relação ao órgão colegiado e que, nesse momento o foco maior deve ser o combate à pandemia.

“Ela é um instrumento poderosíssimo, mas nós temos que ter a consciência que ela demora, leva tempo para investigação, é necessário ampla defesa para o devido processo legal. A minha preocupação maior é que nós estamos no momento de 4 mil mortes diárias, nós temos um presidente absolutamente sádico que cultua a morte. Esse presidente tem feito cortinas de fumaça para tirar a atenção que tem que ser a única, que é o combate à pandemia”, afirmou.

Por conta disso, a visão de Sheila Carvalho é a de que falta vontade política para a abertura de um processo de impeachment contra Bolsonaro. “Qualquer pessoa que pega a Lei do Impeachment para ler, fica claro a existência de crime de responsabilidade. Não precisa nem necessariamente ser jurista. Lendo a argumentação, fica evidente”, disse.

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