conecte-se conosco


POLÍTICA

Fachin pede que anulação das condenações de Lula sejam julgadas no plenário

Publicado em

POLÍTICA

source
Ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF)
Rosinei Coutinho/SCO/STF

Ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF)

O ministro Edson Fachin , do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu para que o recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a anulação das condenações do ex-presidente Lula seja julgado no plenário da Corte.

O petista teve todas as suas condenações anuladas no âmbito da Operação Lava Jato pelo próprio Fachin, que tomou a decisão em uma tentativa de proteger a força-tarefa. Para o ministro, a volta à estaca zero tiraria o objeto de um pedido da defesa de Lula para que o ex-juiz Sergio Moro fosse declarado parcial.

Após a apresentação do recurso, o ministro havia dado cinco dias para a manifestação dos advogados do ex-presidente. A defesa de Lula divulgou nota defendendo a manutenção da anulação das condenações.

Agora, Fachin deu novamente um prazo de cinco dias para que a PGR faça uma nova manifestação sobre o caso. Quando a nova manifestação for entregue, caberá ao presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, pautar o julgamento.

Comentários Facebook
Propaganda

POLÍTICA

Após ser alvo de representação, Kajuru desafia Flávio no Conselho de Ética

Publicados

em

Por

source
Senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) divulgou áudio de conversa com Bolsonaro
Edilson Rodrigues/Agência Senado

Senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) divulgou áudio de conversa com Bolsonaro

Após ser representado pelo senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no Conselho de Ética nesta segunda-feira (12), o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) disse que desafia o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a um escrutínio do colegiado. Flávio é investigado no inquérito das “rachadinhas”, que apura um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro no gabinete do parlamentar na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Kajuru disse que riu ao saber da representação de Flávio Bolsonaro no Conselho de Ética . O filho do presidente alegou que o colega de Senado teve uma “conduta imoral” ao gravar Bolsonaro sem consentimento e divulgar o áudio em que ele falava sobre a criação da CPI da pandemia .

“Eu ri, eu ri, o que posso fazer? Nessa hora, você tem que rir. Para mim, foi motivo de dar risada logo ele, entre 81 senadores, o que me representa no Conselho de Ética é quem exatamente deveria estar no Conselho de Ética? Porque eu nunca fui acusado de crime. Nenhuma esfera da Justiça nunca me denunciou por nada, nem na minha vida jornalística, nem na minha vida política. A Polícia Federal nunca foi na minha casa às 6h30 da manhã, eu nunca fui manchete negativa do Jornal Nacional. Eu fiz um convite a ele: Já que ele me quer no conselho de ética, eu também faço o mesmo convite: vamos juntos, vamos ver se você tem coragem de ir lá e explicar uma denúncia grave contra você”, disse Kajuru.

Leia mais:  Aras quer ouvir Bolsonaro por último e avalia novo depoimento de Moro

O senador reafirmou que está tranquilo sobre a apuração do Conselho de Ética e colocou a quebra do sigilo telefônico à disposição.

Você viu?

“Ele (Bolsonaro) não só sabia (que estava sendo gravado) como respondeu pra mim: ‘Kajuru, não tenho nada a esconder’, quando comuniquei a ele que ia para o ar às 12h40. Pode abrir o sigilo telefônico dos dois. Vamos ver quem está falando a verdade. Estou tranquilíssimo, consciência limpa, fiz a minha missão e a cumpri de forma completamente honesta e indiscutível e insofismável”, disse.

Kajuru minimizou o fato de o Cidadania convidá-lo a deixar o partido. O senador disse que partiu dele a sinalização que abandonaria da legenda por divergir da cúpula. Kajuru disse que é independente e negocia sua ida para o Podemos.

“Eu os avisei hoje cedo. Há três meses estou acertando com o senador Álvaro Dias para ir para o Podemos. Eu só continuei no Cidadania por respeito por admiração ao Alessandro (Vieira, senador), a Eliziane (Gama, senadora) e ao carinho do Roberto Freire, mas eu não sou obrigado a concordar com tudo o que o Roberto Freire quer. Quando eu vi que tinha gente do partido contra a CPI (que inclui Estados e municípios) eu me decepcionei, acabou o casamento. Com o acontecimento de hoje, eu me antecipei: podem me expulsar, fazer o que quiser, eu não estou nem aí. Quero ir para o Podemos”, disse Kajuru. “Eu fiquei feliz. Foi a melhor notícia da minha vida hoje foi essa. Estou livre para ir para o partido que eu quero”, completou.

Leia mais:  Você sabe o que é o Fundo Eleitoral? E como ele será distribuído? Descubra

Comentários Facebook
Continue lendo

ITURAMA E REGIÃO

POLICIAL

POLÍTICA

ECONOMIA

Mais Lidas da Semana