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Tecnologia

Facebook reduz qualidade de vídeo na América Latina para evitar congestionamento de redes

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O Facebook vai reduzir qualidade de streaming de vídeo em sua plataforma e no Instagram na América Latina, replicando medidas adotadas para as atividades da empresa na Europa. A medida vem para reduzir congestionamento de dados em uma região que está começando a sentir os efeitos da pandemia do coronavírus.

No domingo, o Facebook acompanhou medidas tomadas por Netflix, YouTube, Amazon e Walt Disney no sentido de reduzir congestionamento de dados da internet na Europa uma vez que milhões de pessoas estão com recomendação para não saírem de casa ou em regime de trabalho remoto.

No Brasil, o Globoplay e os serviços digitais da Globo também adotaram medida semelhante, para garantir estabilidade do streaming

“Para ajudar a aliviar as redes neste período de alta demanda devido à pandemia de Covid-19, vamos reduzir temporariamente a resolução em bits dos vídeos no Facebook e Instagram na América Latina”, afirmou o Facebook em comunicado.

“Queremos garantir que as pessoas possam permanecer conectadas…e continuaremos trabalhando com nossos parceiros para administrar qualquer limitação de transmissão de dados”, acrescentou a empresa.

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Questionada sobre planos sobre redução da qualidade do streaming no Brasil, como adotado na Europa, a Netflix afirmou que “vai continuar a trabalhar com os provedores de internet e governos de todo mundo e que vai aplicar estas mudanças em outras regiões, se necessário”.

Por G1

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CIÊNCIA E SAÚDE

Pesquisadores e empresas anunciam testes experimentais de vacinas contra a Covid-19

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Empresas e centros de pesquisas anunciam que estão preparando testes experimentais de vacinas contra a Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus.

Até esta segunda-feira (30), ao menos 35 mil pessoas haviam morrido da doença em todo o mundo. A Covid-19 ainda não tem tratamento ou medicação específica para conter a doença – por isso, o avanço das pesquisas é tão importante para imunizar a população mundial.

Nesta segunda-feira, a Universidade de Oxford, na Inglaterra, anunciou a convocação de voluntários para testar uma vacina; e a empresa Johnson & Johnson divulgou que começará testes em humanos até setembro deste ano – e afirmou que quer colocar 1 bilhão de doses no mercado no início de 2021 (leia mais abaixo).

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), até agora ao menos 54 pesquisas de vacinas estão em andamento em todo o mundo – 52 em fase pré-clínica e 2 em fase clínica.

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Para chegar a uma vacina efetiva, os pesquisadores precisam percorrer diversas etapas. Entre elas está a pesquisa básica – que é o levantamento do tipo de vacina que pode ser feita. Depois, passam para os testes pré-clínicos, que podem ser in vitro ou em animais, para demonstrar a segurança do produto; e depois para os ensaios clínicos, que podem se desdobrar em outras quatro fases:

  • Fase 1: feita em seres humanos, para verificar a segurança da vacina nestes organismos
  • Fase 2: onde se estabelece qual a resposta imunológica do organismo (imunogenicidade)
  • Fase 3: última fase de estudo, para obter o registro sanitário
  • Fase 4: distribuição para a população

Na China, pesquisadores tiveram o aval de desenvolver testes em humanos para uma vacina experimental contra a Covid-19.

Nos Estados Unidos, voluntários de Seattle, um dos estados mais afetados pela doença, também começaram a receber doses da vacina experimental. Segundo o Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH) o teste faz parte de um estudo que vai acompanhar 45 voluntários adultos saudáveis, com idades entre 18 e 55 anos, e deve durar ao menos seis semanas.

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Universidade de Oxford convoca voluntários

Nesta segunda-feira (30), a Universidade Britânica de Oxford anunciou que está convocando 510 voluntários para receber doses de uma vacina experimental contra a Covid-19. A instituição procura pessoas saudáveis, de 18 a 55 anos, para participar do estudo.

Empresa quer entregar 1 bilhão de doses até 2021

A empresa Johnson & Johnson anunciou nesta segunda-feira (30) que irá testar até setembro deste ano uma vacina experimental contra a Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. Os testes serão feitos em humanos. O objetivo é fornecer mais de 1 bilhão de doses até o início de 2021.

Empresa afirmou que irá destinar mais de US$ 1 bilhão para financiar a pesquisa de vacinas, ao lado da agência norte-americana Biomedical Advanced Research and Development Authority (Barda).

Por: G1

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