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Tecnologia

Facebook anuncia que vai remover vídeos com ‘deepfake’

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Facebook anunciou nesta segunda-feira (6) que removerá conteúdos manipulados, como os vídeos com deepfakes, alterações feitas com inteligência artificial que faz montagens, normalmente com famosos, substituindo rostos e vozes.

De acordo com a rede social, serão banidos vídeos que apresentem edições “de maneira que não são aparentes para uma pessoa comum e provavelmente levaria alguém a pensar que um sujeito do vídeo disse palavras que na verdade não disseram.”

Outra classificação do Facebook para a exclusão é a substituição ou a sobreposição de conteúdo a um vídeo, “fazendo com que pareça autêntico”.

Contudo, a plataforma reforça que a política não se aplica a paródias ou sátiras, e também a vídeos editados apenas para omitir ou alterar a ordem das palavras.

O Facebook reforça que tem contato com 50 especialistas globais com formação técnica, política, mídia, jurídica, cívica e acadêmica para aprimorar a detecção de mídias manipuladas.

Por G1

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Tecnologia

Apple é condenada a pagar US$ 500 milhões por violar patente do 4G

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Apple deve pagar mais de US$ 500 milhões em danos e juros por infringir patentes de 4G que pertenciam à empresa PanOptis, decidiu um tribunal do Texas, nos EUA. A gigante da tecnologia vai apelar da decisão, de acordo com a imprensa local.

A PanOptis, especializada em licenças de patentes, processou a Apple em fevereiro do ano passado, alegando que a empresa se negou a pagar pelo uso de tecnologias 4G LTE em seus smartphones, tablets e relógios.

“Os demandantes negociaram reiteradamente com a Apple para alcançar um acordo para uma licença ‘FRAND’ que permita o uso dos portfólios de patentes dos demandantes, que a Apple está infringindo”, afirma um documento do tribunal.

“FRAND” faz referência a termos que são “justos, razoáveis e não discriminatórios”, o padrão da indústria para o uso de tecnologias.

“As negociações não tiveram sucesso porque a Apple se nega a pagar uma taxa pela licença dos demandantes”, completa o documento.

A Apple argumentou sem sucesso que as patentes eram inválidas, de acordo com publicações legais.

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“Processos como este, por empresas que acumulam patentes simplesmente para assediar a indústria, servem apenas para sufocar a inovação e prejudicar os consumidores”, afirmou a Apple em um comunicado.

O caso é uma de várias demandas por violações de patentes apresentadas por empresas especializadas em licenças, que não fabricam nenhum produto, mas têm direitos sobre certas tecnologias.

A justiça do Texas já decidiu duas vezes contra a Apple, que foi condenada a pagar centenas de milhões de dólares a VirnetX — outra empresa especializada em litígios por patentes.

Em seu site, a PanOptis oferece serviços para administrar as patentes dos clientes, permitindo que se concentrem na “inovação e novos desenvolvimentos”.

Por: G1

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