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Ex-ministro culpa Bolsonaro e Pazuello por “desastre” de gestão durante pandemia

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General Santos Cruz, ex-ministro do governo Bolsonaro
Flickr Monusco

General Santos Cruz, ex-ministro do governo Bolsonaro

 O ex-ministro da Secretaria de Governo, General Santos Cruz, aponta o  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como responsável pela crise de saúde pública enfrentada pelo país durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), em entrevista divulgada nesta quinta-feira (4).

“Sempre tem um responsável pelas coisas. O responsável é o presidente”, avalia o general. “Uma pandemia que é absolutamente mal coordenada, mal liderada, sem liderança desde o início” critica o ex-ministro, demitido por Bolsonaro em junho de 2019 após divergências com a ala ideológica do governo.

Nesta quinta-feira (3), durante discurso em evento em Goiás, o chefe do executivo declarou que é preciso parar “de frescura e de mimimi” em relação a pandemia , e questionou: “vão ficar chorando até quando?”.

Na entrevista publicada pela Headline Brasil, o militar critica as falas do presidente, que para ele “tentam todos os dias desmoralizar a política de saúde pública”, e que por conta disso, não há como criar uma  política nacional de combate a pandemia, já que Bolsonaro constantemente ataca decisões do STF e de estados e municípios.

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Confira o vídeo:

O ex-ministro também questiona o responsável pela pasta da Saúde, Eduardo Pazuello , sobre “até onde vai a responsabilidade do Pazuello por esse desastre que é a administração da pandemia? Porque você tem uma autoridade que todo dia tenta desmoralizar a vacina”, critica.

Santos Cruz também considera que “há crise e show” todos os dias no governo federal, e citou a troca da presidência da Petrobras como uma situação para ilustrar a situação:

“O problema não é trocar, nem por quem trocar. O problema é o show. Se você faz uma troca e mostra a nova estratégia. Não, mas aí você troca, tem esse show todo. No outro dia, a milícia toda se mobiliza para dizer que o ex-presidente é um crápula, que não trabalha”.

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Partidos começam a definir integrantes da CPI da Covid-19; veja os nomes

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Renan Calheiros (MDB) deve ser um dos titulares
Roque de Sá/Agência Senado

Renan Calheiros (MDB) deve ser um dos titulares

BRASÍLIA – Antes mesmo da criação da  CPI da Pandemia, os partidos intensificaram reuniões ao longo desta terça-feira para definir as indicações ao colegiado, que será formado por 11 membros titulares e 7 suplentes.

Entre os cotados, o MDB, que possui a maior bancada da Casa, busca protagonismo ao tentar conquistar a presidência ou relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito. A composição ainda não foi oficialmente definida e as siglas trabalham com previsões.

Os emedebistas devem indicar o líder da bancada, Eduardo Braga (AM), que é de um dos estados mais afetados pela crise, e o senador Renan Calheiros (AL), crítico ao governo, para duas vagas titulares. O senador Jarbas Vasconcelos (PE), por sua vez, deve ficar com uma suplência.

O PSD, que possui a segunda maior bancada da Casa, deve indicar o oposicionista Otto Alencar (BA) para uma das vagas titulares, assim como o senador Omar Aziz, que poderá ser outro representante do Amazonas no colegiado.

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No PSDB, o escolhido deve ser o senador Tasso Jereissati (CE), outro crítico ao governo Jair Bolsonaro, enquanto o governista Izalci Lucas (DF) deve ficar como suplente. Parte do mesmo bloco dos tucanos, o Podemos pretende indicar o senador Eduardo Girão (CE) para vaga titular, que é autor de outro pedido de CPI com escopo mais amplo, e Marcos Do Val para a suplência.

O regimento do Senado não prevê um prazo máximo para as indicações, mas existem precedentes para que o presidente da Casa force as indicações. Segundo pessoas próximas a Pacheco, ele deve estabelecer um período de até dez dias.

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