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POLÍTICA

Ex-líder do “Vem Pra Rua” no Rio de Janeiro toma posse como deputada estadual

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Posse de Adriana Balthazar ocorreu no último dia 4%2C na Alerj.
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Posse de Adriana Balthazar ocorreu no último dia 4.

Primeira deputada estadual do partido Novo no Rio de Janeiro , a advogada Adriana Balthazar tomou posse na última segunda-feira (4), na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Com discurso afinado ao da sigla,  Adriana Balthazar disse que pretende fiscalizar o uso dos recursos públicos e atuar visando a melhoria do ambiente de negócios, turismo e desenvolvimento da indústria criativa no Estado.

“Será um mandato para fiscalizar a aplicação dos recursos públicos, combater a corrupção e impunidade, em respeito ao dinheiro dos impostos dos cidadãos fluminenses”, afirmou Balthazar, que obteve 17.758 votos e foi a mulher mais votada do Novo no Rio de Janeiro nas eleições de 2018.

Adriana também foi uma das fundadoras do movimento Vem Pra Rua no Rio de Janeiro, e ficou conhecida como a loura do caminhão que mobilizava a população fluminense nas manifestações em defesa da Lava Jato, contra a corrupção e a crise financeira do país no governo Dilma.

O partido Novo segue o sistema segundo o qual um deputado eleito perde a cadeira ao escolher exercer outro cargo. Por isso, agora  Adriana Balthazar ocupa em definitivo a vaga de Chicão Bulhões, que assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da prefeitura do Rio .

No mês passado, ela esteve na Alerj para conversar com Chicão sobre a transição, as pautas em andamento e o dia a dia dos trabalhos.

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POLÍTICA

Comissão de Educação da Câmara pode ficar com deputados bolsonaristas

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Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)
Gustavo Sales/Câmara dos Deputados

Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)

Com o adiamento das definições dos presidentes das comissões da Câmara para a semana que vem , deputados bolsonaristas começaram a negociar para que eles sejam os escolhidos para o comando da comissão de Educação da Casa. A informação é do jornal Folha de S.Paulo

Os nomes mais fortes para assumir o órgão colegiado são os dos deputados Carlos Jordy (RJ) e Aline Sleutjes (PR). Os dois são da ala bolsonarista do PSL e têm forte apelo nos posicionamentos ideológicas de apreço do governo Jair Bolsonaro (sem partido), sendo alguns dos principais aliados do presidente na Câmara .

Sleutjes ainda é investigada no inquérito que apura financiamento a atos antidemocráticos, que é conduzido sob relatoria do ministro Alexandre de Moares, do Supremo Tribunal Federal (STF). A definição é prevista para os próximos dias.

Desde o início das negociações, o grupo bolsonarista da legenda manteve como alvo principal a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Câmara. Já é quase certo que a CCJ fica com a deputada bolsonarista Bia Kicis  (PSL-DF), também investigada no inquérito que apura atos antidemocráticos e ​​no das fake news.

Leia mais:  Após negativo para coronavírus, Bolsonaro volta a trabalhar e evita apoiadores

No caso da Comissão de Educação, no entanto, ela também é considerada estratégica para o grupo. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores veem o tema como o campo de batalha para pautas ideológicas no governo, que guarda pouca conexão com os problemas reais do Brasil.

O objetivo da conquista do comando da comissão seria a suposta proeminência da esquerda no setor e o fortalecimento de pautas de fundo religioso.

Nas últimas semanas, a comissão de Educação chegou a ser prometida para o DEM durante negociações tocadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A legenda ainda mantém articulação para ficar com o colegiado.

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