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Ex-funcionária denuncia empresa de Xuxa por “trabalho análogo à escravidão”

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Xuxa Meneghel
Reprodução Instagram

Xuxa Meneghel

A Espaço Laser, empresa na qual Xuxa Meneghel é sócia, vem sendo alvo de uma grave denúncia trabalhista. Uma ex-funcionária mineira procurou a coluna para contar que, em 2017, quando trabalhou como fisioterapeuta da Espaço Laser, foi obrigada a atuar em condições análogas à escravidão.

“Fui contratada em 2017 e voltei agora, em 2020, na Espaço Laser do Shopping Boulevard para ver se tinham melhorado as condições análogas à escravidão que as fisioterapeutas que estudaram cinco anos passam. Após o treinamento que fizemos em São Paulo – no qual ficamos sete meninas em um apartamento de dois quartos, onde muitas tiveram que dormir no chão e outras sem cobertas – eles deixam claro que somos contratadas como fisioterapeuta subliminarmente, porque somos vendedoras”, conta a fisioterapeuta Maria Beatriz Maya.

Ela ainda detalhou as condições de trabalho as quais as funcionárias costumam ser submetidas na empresa. “As fisioterapeutas da unidade Shopping Savassi tinham um processo de revezamento em que a gerente tinha que fazer a limpeza e a faxina, eu tinha que levar a catar lixo e na unidade do BH Shopping não tem encanamento de água. Eu fisioterapeuta, era obrigada a ir no setor da faxina fora da clínica trazendo baldes de água para colocar na pia falsa e fazer a limpeza. As clínicas deles ficam em shoppings e não tem banheiros. Os banheiros ficam longe e as fisioterapeutas não podem ficar saindo e por isso ficam sem tomar água para não ir ao banheiro. A gerente do Shopping Savassi que tinha que fazer faxina à noite pediu demissão”, afirma.

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Maria Beatriz afirma que ao retornar para trabalhar temporariamente na empresa, no ano passado, na esperança de que as condições de trabalho tivessem melhorado, se arrependeu e não conseguiu ficar nem um mês inteiro trabalhando. “Agora em 2020 eu voltei depois que eles me chamaram para o Shopping Boulevard. Fiquei 15 dias e não aguentei. Não cumprem os protocolos da Covid-19, o salário era R$ 2,3 mil e baixou para R$ 2,1 mil, mesmo valor que um gari ou técnico de enfermagem ganham”, conta a ex-funcionária, que afirma não ter processado a empresa, na época, por medo de ameaças.

“Eu não processei porque eles falavam que eu nunca mais acharia emprego. Hoje, quando já não tenho mais medo, não tenho mais como processar porque a situação já prescreveu. Lá, as secretárias são até bem tratadas, mas as fisioterapeutas recebem seus salários irrisórios e as condições de trabalho são análogas à escravidão. Xuxa fala da Espaço Laser pensando só no próprio lucro. Ela não liga se as pessoas estão sendo escravizadas lá dentro”, finaliza.

Procurada para comentar a denúncia, a Espaço Laser emitiu o seguinte comunicado: “A Espaçolaser afirma que está apurando as informações recebidas e tomará as medidas necessárias para garantir seus rígidos protocolos de segurança e higiene, bem como as políticas para boas condições de trabalho em todas as suas unidades. Como uma das maiores empregadoras de fisioterapeutas do Brasil, com mais de 1.500 profissionais, a companhia reforça o cumprimento rigoroso das leis trabalhistas vigentes, além de oferecer um programa exclusivo de treinamento e capacitação, que conta com o envolvimento de diversas áreas internas para garantir a qualidade do programa. Comprometida com o bem-estar e desenvolvimento de seus colaboradores, a Espaçolaser foi reconhecida em 2020 como uma das Melhores Empresas para a Mulher desempenhar sua atividade profissional, segundo a consultoria Great Place to Work – GPTW”, iniciou o comunicado.

“No mesmo ano, a companhia lançou o projeto Mel Acolhe, um programa de apoio às suas colaboradoras vítimas de violência doméstica, através de um canal para apoio às mulheres. Por fim, a Espaçolaser reforça que, durante a pandemia, redobrou seus protocolos de higiene e segurança, já usuais em suas unidades, reiterando o compromisso com a saúde de seus clientes e colaboradores, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, governos municipais e estaduais, assim como do CREFITO-3 (Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional)”, completou.

Fonte: IG GENTE

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Ludmilla compartilha crítica sobre lockdown e apaga após ser criticada

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Ludmilla
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Ludmilla

Ludmilla movimentou a internet nesta sexta-feira (5), após compartilhar uma crítica ao lockdown decretado no Rio de Janeiro, onde a cantora reside com a família. A publicação da funkeira questiona se pessoas de serviços considerados não essenciais continuarão frequentando serviços essenciais. “Vidas importam e os trabalhos também”, diz um trecho do texto, que foi apagado minutos depois da publicação ir ao ar. Mas os internautas tiraram print e desde então a cantora vem sendo muito criticada por conta da postagem.

O texto publicado por Ludmilla, que é originalmente do especialista em sobrancelhas, Rafa Paixão, dizia o seguinte: “Será que o dono da academia (não essencial) continuará indo ao supermercado (essencial)? Será que o dono da loja de vestuários (não essencial) continuará indo ao posto de combustível (essencial)? Será que a dona do bar (não essencial) continuará indo à loja de material de construção (essencial)? Será que a filha do músico (não essencial) continuará naquele colégio (essencial)? Será que a dona Maria, garçonete (não essencial), pagará o IPTU (essencial)? Será que o vendedor ambulante (não essencial) pagará o aluguel (essencial)? Será que o artesão (não essencial) pagará a conta de água, luz (essencial)? Será que o que está sendo considerado não essencial, realmente não é mesmo essencial? Tudo é essencial. Vidas importam e os trabalhos também”.

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Fonte: IG GENTE

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