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Ex-cunhado de Bolsonaro viu caixas de dinheiro em sua casa, diz livro

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Bolsonaro teria caixas de dinheiro guardadas em casa
Reprodução/TV Brasil

Bolsonaro teria caixas de dinheiro guardadas em casa

A casa do presidente Jair Bolsonaro (PL) na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, vivia cheia de caixas de dinheiro, de acordo o livro “O negócio do Jair: a história proibida do clã Bolsonaro”, da jornalista Juliana Dal Piva, que será lançado em setembro.

Neste domingo (24), a coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo revelou trecho do livro no qual André Siqueira Valle, o ex-cunhado de Bolsonaro demitido de seu gabinete por não devolver a quantia exigida pelo então deputado, relata incômodo com o dinheiro guardado na casa onde ele vivia com a irmã e Bolsonaro.

Além de André, o livro também mostra relatos de ex-funcionários da casa que afirmam ter visto muito dinheiro em espécie na residência de Bolsonaro.

“André seguia a rotina combinada, mas não gostava de entregar tanto dinheiro ao cunhado. Passou a desabafar com amigos, em sigilo, que aquilo era errado. E observou com atenção algumas caixas de dinheiro vivo que o casal guardava em casa. Certa ocasião, contou: ‘Pô, você não tem ideia como que é. Chega dinheiro…Você só vê o Jair destruindo pacotão de dinheiro: Toma, toma, toma. Um monte de caixa de dinheiro lá [na casa]. Você fica doidinho’. Quem frequentava aquela casa não conseguia ignorar tanta grana. Marcelo Nogueira também viu muitas notas por lá. O casal mantinha um cofre no quarto, bem abastecido quando das campanhas eleitorais”, diz trecho do livro.

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Fonte: IG Política

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Sanders pede que EUA rompam com o Brasil se eleição for desrespeitada

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O senador americano Bernie Sanders
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O senador americano Bernie Sanders

Bernie Sanders, senador democrata pelo estado de Vermont, anunciou na quinta-feira que apresentará uma moção no Senado dos EUA em defesa da democracia e do respeito ao processo eleitoral brasileiro, assim que os parlamentares voltarem do recesso, ainda este mês. Em julho, Sanders se encontrou com 19 representantes de organizações da sociedade civil brasileira, no Capitólio, em Washington, em viagem organizada pelo WBO (Washington Brazil Office).

A moção de Sanders pede que o governo americano rompa as relações com o governo brasileiro caso o presidente Jair Bolsonaro cumpra as ameaças que tem feito publicamente de não respeitar o resultado das urnas na eleição presidencial.

“Seria inaceitável para os EUA reconhecer e trabalhar com um governo que, na verdade, tenha perdido as eleições. Isso seria um desastre para o povo brasileiro e mandaria uma mensagem desastrosa ao mundo todo sobre a força da democracia”, disse o senador ao site Politico.

Esse tipo de moção não tem força de lei, mas tem a capacidade de influenciar a tomada de decisões do governo. Na prática, o gabinete de Sanders vai se empenhar para recolher o máximo de assinaturas possíveis em apoio à moção, que normalmente é acolhida por aclamação.

Na ocasião do encontro, em 26 de julho, Sanders declarou:

“O que eu ouvi (da comitiva), infelizmente, soa muito familiar para mim, por causa dos esforços de (Donald) Trump e de seus amigos para minar a democracia americana. Não estou surpreso que Bolsonaro esteja tentando fazer o mesmo no Brasil. Esperamos muito que o resultado das eleições [brasileiras] seja reconhecido e respeitado, e que a democracia prevaleça, de fato, no Brasil.”

Além de Sanders, a comitiva brasileira visitou, no Capitólio, os deputados Jamie Raskin (Maryland, membro da comissão que investiga o 6/1), Hank Johnson (Geórgia), Mark Takano (Califórnia) e Sheila Cherfilus McCormick (Flórida), além dos assessores dos senadores Patrick Leahy (Vermont, presidente do Senado) e Ben Cardin (Maryland). O intuito foi informá-los sobre a situação no Brasil, onde o presidente Jair Bolsonaro tem atacado a Justiça e colocado sob suspeição o sistema eleitoral e o resultado das urnas.

Leia mais:  Presidente do Republicanos se distancia da campanha de Bolsonaro

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