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POLÍTICA

Ernesto Araujo é o pior ministro de Bolsonaro, avalia Congresso

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Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, é o pior ministro na avaliação dos deputados e senadores
Marcos Corrêa/PR

Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, é o pior ministro na avaliação dos deputados e senadores

O Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo , é considerado o pior ministro do governo Bolsonaro, segundo levantamento realizado na Câmara dos Deputados e no Senado.

De acordo com a pesquisa Painel do Poder do site Congresso em Foco, realizada antes do atraso na importação dos insumos para a vacinação contra a Covid-19 , o chefe do Itamaraty recebeu nota de 1,9 dos parlamentares. A escala é de 1 a 5.

Em segundo lugar na lista dos piores está Ricardo Salles, o ministro do meio Ambiente, com nota 2,0.

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ficou com nota 2,5. A avaliação, no entanto, foi feita antes de o ministro se tornar alvo de questionamentos por sua conduta no enfrentamento da covid-19 e do colapso da saúde em Manaus (AM).

Já Paulo Guedes, o chefe da Economia, ficou em posição intermediária, com nota 2,8.

Ministros mais bem avaliados

Os ministros preferidos dos parlamentares são Tereza Cristina, que cuida da pasta da Agricultura, e Tarcísio Freitas, da Infraestrutura; ambos tiveram nota 3,5 na escala de 1 a 5.

Em seguida ficou o ex-deputado Rogério Marinho, que chefia a pasta de Desenvolvimento Regional, com nota 3,1.

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POLÍTICA

Câmara dos Deputados vota esta semana a PEC Emergencial

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Câmara dos Deputados
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados marcou para esta semana a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a PEC Emergencial . O presidente da Casa, Arthur Lira, anunciou que pautará a PEC para apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões.

A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto na terça-feira (9) e, no dia seguinte, a votação em plenário em dois turnos. Na avaliação de Lira, é importante aprovar logo a PEC para possibilitar o pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial à população ainda em março. O relator da proposta na Câmara é o deputado Daniel Freitas (PSL-SC).

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários. A PEC também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos .

No Senado, o texto sofreu mudanças importantes. O relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC) teve que ceder à resistência de vários colegas e foi retirado o trecho mais polêmico do seu parecer, o fim da vinculação obrigatória de parte do orçamento a investimentos com saúde e educação. Bittar também retirou a redução de salário e jornada de trabalho dos servidores públicos, como expediente de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas.

Bittar adicionou uma “trava” a mais para evitar um gasto excessivo com o auxílio emergencial. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. O governo estima retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

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