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EDUCAÇÃO

Encerramento do curso de capacitação -“TEA – Transtorno do Espectro Autista”

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Aconteceu na última quarta-feira, dia 04 dezembro no plenário da Câmara Municipal de Iturama, o 7º e último encontro do curso de capacitação -“TEA – Transtorno do Espectro Autista”, que teve como objetivo preparar educadores para lidar, de forma satisfatória, com crianças e adolescentes que se enquadram dentro do espectro autista.

O curso contou com a presença de professores, diretores, supervisores, alunos e pais, além dos profissionais da Rede Estadual, Particular e APAE.

Neste último encontro, os atores foram os alunos e a família. No palco, os alunos da Escola João Ribeiro Rosa fizeram uma linda homenagem a todos os participantes. Agradeceram a oportunidade de estarem sendo valorizados. Na sequência, os professores realizaram atividades pedagógicas com os alunos autistas.

Foi um momento de muita emoção. Os alunos participaram de forma autêntica de cada atividade e os pais vibravam de alegria, vendo o desempenho de seus filhos.

Aconteceu também uma entrevista com os pais de alunos autista. A entrevista foi conduzida pelo aluno Luidy, do 5º ano da Escola Diretora Maria Sarah. A entrevista evidenciou os avanços e aprendizagens obtidas durante o curso.

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Finalizando, aconteceu a entrega de certificados. Receberam certificados aproximadamente 120 participantes, entre professores, agentes escolares e pais dos alunos autistas.

A coordenadora da Educação Especial, Marta Angelita, prestou uma homenagem às palestrantes que durante todos os encontros muito contribuíram para o desenvolvimento das atividades.

Parabenizamos a Prefeitura de Iturama por promover eventos como estes. A Secretaria de Educação do Município de Iturama agradece a parceria com a SRE e CEOPE. Foi uma iniciativa de grande importância, visto a importância de estudar sobre o TEA.

 Por Luzia Magna Soares Alvarenga
Supervisora Escolar

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EDUCAÇÃO

Após circular do MEC, UFMA projeta corte de até R$ 20 milhões no orçamento para 2021

Publicado

O reitor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Natalino Salgado, informou ao G1 nesta segunda-feira (10), que a instituição recebeu uma circular do Ministério da Educação (MEC) projetando um corte de verba de 18% a 24% no orçamento para 2021.

“Essa é uma normativa que nós ainda não recebemos oficialmente, mas vamos receber. Estão [MEC] mandando uma circular para todas as universidades”, afirmou Natalino.

Cidade Universitária da UFMA, em São Luís — Foto: De Jesus/O Estado

Cidade Universitária da UFMA, em São Luís — Foto: De Jesus/O Estado

Na UFMA, a estimativa é que o corte pode chegar a R$ 20 milhões e deve afetar todos os setores da universidade. Porém, o cronograma de 2020 será mantido. A retomada das aulas presenciais será a partir do dia 14 de setembro, após seis meses de atividades paralisadas por conta da pandemia de Covid-19.

“A minha equipe de planejamento já está se preparando e fazendo um planejamento. Mas a projeção é do corte ser acima de 20% e próximo de 24%. Todas as universidades vão ser afetadas, umas mais, outras menos. Afeta o pagamento de funcionários, bolsas, investimentos, obras… afeta tudo”, declarou o reitor.

Redução na Bahia

Nesta segunda (10), o reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), João Carlos Salles, já havia informado que a instituição terá um corte de verba de 18,32% na Proposta de Lei Orçamentária Anual (Ploa) para 2021. Segundo Salles, isso significa R$ 30 milhões a menos para a instituição, na comparação com o orçamento deste ano.

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O reitor contou que o corte determinado pelo Ministério da Educação (MEC) foi informado na última semana.

“Houve uma reunião do ministro com a associação nacional, que passou esses valores, e depois foi concretizado pelo sistema de gestão das federais. Fomos informados pelo sistema acerca desse corte”, contou Salles.

Em nota, o MEC informou que, “em razão da crise econômica em consequência da pandemia do novo coronavírus, a administração pública terá que lidar com uma redução no orçamento para 2021, o que exigirá um esforço adicional na otimização dos recursos públicos e na priorização das despesas”.

Por: G1

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