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Em dia de novo recorde de mortes por Covid-19, filhos de Bolsonaro fazem ataques

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Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro
Roberto Jayme/Ascom/TSE

Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro

Poucos minutos depois de o assunto  “300 mil mortes por Covid-19 no Brasil” inundar o Twitter, os filhos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usaram as redes sociais para fazerem críticas a opositores do governo federal.

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) publicou vídeo com críticas ao governador João Doria (PSDB). Usando falas do tucano fora de contexto e matérias que noticiavam medidas consideradas impopulares tomadas pelo chefe do executivo paulista, Carlos pediu que os seguidores “tirassem suas conclusões” a respeito do rival político do presidente Bolsonaro:



Já o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) acusou a “esquerda” de “burrice e hipocrisia”, ao publicar tuíte e imagem do humorista Antonio Tabet.

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Nenhum membro da família Bolsonaro se pronunciou (até o momento da publicação) a respeito da triste marca alcançada nesta quarta (24), onde 300 mil brasileiros morreram em decorrência da Covid-19.

A média móvel de mortes pela doença bateu recordes na última terça (23) e a maioria absoluta dos estados sofrem com a sobrecarga no sistema de saúde, o que inclui a falta de leitos de UTI.


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STF decide se confirma decisão de Fachin que anulou condenações de Lula; assista

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Ex-presidente Lula
Ricardo Stuckert

Ex-presidente Lula

O Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta quarta-feira (14) se confirma a decisão do ministro Edson Fachin que declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para conduzir os casos envolvendo o ex-presidente Lula. O entendimento permitiu que todas as condenações contra o petista fossem anuladas no âmbito da Operação Lava Jato.

Os ministros vão decidir se mantêm ou se derrubam, na íntegra ou parcialmente, todos os pontos levantados na decisão que o relator da Lava Jato no STF proferiu há cerca de um mês.

Na decisão monocrática, Fachin enviou os quatro processos (triplex do Guarujá, sítio de Atibaia, terreno do Instituto Lula e doações da Odebrecht ao mesmo instituto) à Justiça Federal do DF e determinou o arquivamento da suspeição do ex-juiz federal Sergio Moro.

A estratégia do ministro com a decisão era tentar reduzir danos, tirando o foco de Moro e evitando uma derrota para a Lava Jato. Fachin tinha a expectativa de retirar o objeto de julgamento na Segunda Turma que decidiu sobre a suspeição de Moro.

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