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Eleições 2022: Disputa acirrada por vaga no 2º turno contra Bolsonaro

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Eleições: Candidatos de esquerda e direita empatam para ir ao segundo turno com Bolsonaro
Reprodução: iG Minas Gerais

Eleições: Candidatos de esquerda e direita empatam para ir ao segundo turno com Bolsonaro

Em pesquisa divulgada pelo instituto Paraná Pesquisas , os cenários avaliados pela disputa presidencial em 2022 mostram quatro candidatos empatados tecnicamente por uma vaga no 2º turno contra o atual presidente  Jair Bolsonaro (sem partido).

Em todos os cenários, Bolsonaro lidera com, ao menos, 30% dos votos válidos. Na primeira situação de voto, Sergio Moro possui 11,5% das intenções de voto; seguido pelo ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), com 10,5%; o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), com 10%; e por último na dispúta pelo segundo turno o apresentador Luciano Huck , com 8%.


O primeiro candidato fora da margem de erro para a disputa ao segundo turno seria o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), com 5,3% dos votos. Guilherme Boulos (PSOL), com 3,2%; e João Amoedo (NOVO), com 2,8% completam a lista.

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Queiroga deve ser o primeiro ouvido pela CPI da Covid, diz senador

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Senador Humberto Costa (PT-PE)
Agência Brasil

Senador Humberto Costa (PT-PE)

Humberto Costa (PT-PE), um dos senadores indicados para compor a CPI da Covid, disse em entrevista à CNN Brasil que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve ser o primeiro convidado a prestar esclarecimentos sobre as ações do governo federal durante a pandemia. 

Segundo o senador da oposição, a escolha pelo atual titular da Saúde se dá pelo motivo de que a CPI, em um primeiro momento, deve buscar respostas sobre as medidas de combate à Covid-19 que devem ser adotadas imediatamente.

“Acho que o primeiro convidado deve ser o próprio ministro da Saúde, para que ele possa nos dizer o que o governo pretende fazer daqui para frente para o controle da pandemia, como eles estão enfrentando e procurando resolver os problemas emergenciais, como a escassez de vacinas, como a crise de abastecimento de medicamentos para procedimentos complexos como as entubações. A CPI tem que exercer o papel de investigar, mas também exercer o papel para que o governo cumpra a sua missão, e nós vamos cobrar”, afirmou o senador, que foi ministro da Saúde por pouco mais de dois anos durante o primeiro mandato do governo Lula.

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O senador disse que a CPI deve começar o “mais urgente possível” e que a agilidade para o início dos trabalhos deveria ser um interesse também do governo federal, já que a investigação pode se alongar até próximo das eleições de 2022.

“Defendo que a CPI comece de imediato, temos que apresentar a proposta de um funcionamento misto, ouvir pessoas, fazer reuniões onde tenhamos um debate mais conceitual, ouvindo cientistas e professores, pode ser feito de forma remota. As audiências onde vamos escutar testemunhas e debater quebra de sigilos ou acesso a documentos sigilosos, essa podemos fazer de modo presencial ou semi presencial, um pouco mais para frente, dentro de 1 mês e meio, quando melhorar a situação da pandemia”, afirmou Costa. 

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