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POLÍTICA

Eleição de Arthur Lira é foco de embate entre PSDB de São Paulo e Aécio Neves

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Deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG)
Jefferson Rudy/Agência Senado

Deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG)

Aliados do governador de São Paulo, João Doria, atribuem o apoio de parte da bancada do PSDB ao deputado Arthur Lira (PP-AL) na eleição para presidência da Câmara a uma ação nos bastidores do deputado Aécio Neves (PSDB-MG).

O PSDB era um dos partidos do bloco de Rodrigo Maia (DEM-RJ), que tentou, sem sucesso, emplacar Baleia Rossi (MDB-SP) no comando da Casa.

Pelo menos oito deputados do PSDB, de um total de 31, são ligados a Aécio. Nos bastidores, porém, segundo fontes da sigla, Aécio contava que quase metade da bancada poderia votar em Lira, a despeito do apoio a Baleia. A votação foi secreta. O resultado só não teria sido pior porque Doria e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pediram que os parlamentares continuassem no bloco. Maia, porém, descarta que Aécio tenha trabalhado por Lira.

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“O PSDB foi o resultado da soma dos esforços (dos governadores) Doria, Eduardo Leite (RS), Reinaldo Azambuja (MS) e do Aécio. O Aécio foi decisivo para terminar de fechar o bloco. Essa é a minha visão”, disse o ex-presidente da Câmara.

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Para pessoas próximas de Doria, a ação de Aécio seria uma retaliação ao movimento do governador para tirá-lo da sigla. Em agosto de 2019, quando o PSDB rejeitou o pedido de expulsão do mineiro, Doria afirmou que o “velho PSDB esconde sujeiras” e que iria “até o fim” para expulsar Aécio, investigado na Lava-Jato. O tucano conseguiu se livrar da punição com 33 votos a seu favor na Executiva e apenas três contra, provando o seu cacife interno.

O relator do processo interno, que descartou a punição, foi o deputado Celso Sabino (PA), que, recentemente, defendeu publicamente a candidatura de Lira. Réu por corrupção e obstrução de Justiça, o mineiro é acusado de receber propina do empresário Joesley Batista. Ele nega os crimes. Procurado, Aécio não comentou.

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POLÍTICA

Bolsonaro segue reprovado por 42% da população, diz pesquisa

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
Reprodução: iG Minas Gerais

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Pesquisa de opinião feita pela XP/Ipespe divulgada nesta quarta-feira (24) indica que o  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) manteve índices de aprovação, 31%, e rejeição, 42%.

O levantamento mostrou que 42% das pessoas consideram a gestão de Bolsonaro “ruim ou péssima”; para 31%, “ótimo ou bom”.

Em relação a última pesquisa divulgada no dia 4 de fevereiro, houve um aumento dentro da margem de erro entre os entrevistados que aprovam o chefe do executivo, de 30% para 31%, e estabilidade na rejeição.

Confira os resultados:

  • 42% – “péssimo ou ruim”
  • 31% – “ótimo ou bom”
  • 24% – regular
  • 3% – não sabe/ não respondeu

Além da avaliação geral, os entrevistados foram questionados sobre a troca de comando da Petrobras , anunciada na última sexta (19), que causou temor na bolsa financeira, fazendo com que a estatal perdesse mais de R $100 bilhões em valor de mercado.

70% dos entrevistados disseram “ficar sabendo” sobre a troca na presidência da empresa, e entre eles, não houve consenso em relação a troca de comando.

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40% consideraram que Bolsonaro errou ao demitir o presidente Castello Branco , mas para 38%, ele acertou a indicar o General Joaquim Silva e Luna ao cargo. 23% não soube responder.

Auxílio emergencial

Houve também o questionamento acerca da volta do auxílio emergencial , benefício criado pelo governo federal para mitigar os impactos econômicos da pandemia em abril do ano passado e que perdurou até dezembro. Cerca de 68 milhões de pessoas foram beneficiadas, e R$ 294 bilhões foram gastos.

69% dos entrevistados acreditam que o governo deveria retomar o auxílio por um valor entre R$ 200 e R$ 300 por mais alguns meses, quanto 22% das pessoas acham que o benefício não deveria voltar. 10% não soube ou não respondeu.

A pesquisa foi feita entre os dias 22 a 23 de fevereiro com 800 pessoas de todas as regiões do Brasil. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

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