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Eduardo e Carlos Bolsonaro criticam decisão do STF: “pobre dos brasileiros”

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Rafael Carvalho/Governo de Transição/Divulgação

Filhos do presidente se manifestaram nas redes sociais após votação no STF

Momentos após a conclusão da votação que derrubou a  prisão em segunda instância no Supremo Tribunal Federal (STF), ocorrida na noite desta quinta-feira (7), o vereador Carlos Bolsonaro e seu irmão Eduardo, líder do PSL na Câmara, utilizaram as redes sociais para lamentar a mudança de postura dos ministros sobre a questão.

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“Milhares de presos serão soltos e atordoarão a todos que independente de escolha política, gerará reflexos sociais e econômicos seríssimos internos e externos, para quem está aí ou quem virá. Contudo, o legal é lacrar! Pobre deste povo!”, disse Carlos Bolsonaro.

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Antes, ele já havia compartilhado uma publicação do perfil oficial do PSOL, que celebrava o resultado da sessão e ressaltava que a Constituição e a Democracia prevaleceram.

Mais sucinto, Eduardo escreveu apenas uma frase, mas com o mesmo teor da publicação do irmão, lembrando também sobre a questão do porte e poss de armas no Brasil: “Soltam bandidos e desarmam o cidadão. Pobre do brasileiro…”.


O Supremo Tribunal Federal ( STF ) julgou procedentes, por 6 votos a 5 três, Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) que pediam que réus possam permanecer em liberdade até que se esgotem todas as possibilidades de recursos em graus superiores de jurisprudência. O resultado se deu após o voto do presidente da Corte, Dias Toffoli, desempatar o placar.

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POLÍTICA

Deputado quer que professores e médicos usem armas durante serviço

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Na justificativa do projeto, Knoploch cita dois artigos do Código penal que legislam sobre a legítima defesa e o Excludente de ilicitude


O deputado Alexandre Knoploch (PSL) protocolou, nesta quinta-feira (14), um projeto de lei que, se aprovado, concede direito a porte de arma funcional a professores e médicos concursados da rede pública estadual. Segundo a proposta, o profissional teria que declarar a necessidade do uso da arma e caberia as secretarias de Saúde e Educação realizar convênios com as autoridades policiais para o treinamento dos médicos e professores.


Na justificativa do projeto, Knoploch cita dois artigos do Código penal que legislam sobre a legítima defesa e o Excludente de ilicitude. Ao longo do texto o deputado ainda cita o depoimento de dois professores da rede pública. Um do Rio e outro da cidade de Lins, interior de São Paulo, que sofreram agressões de alunos.

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“Diante de evidências das agressões que acometem essas duas classes profissionais tão relevantes é que esse Projeto autoriza que esses bravos profissionais possam ter porte de arma em seus locais de trabalho, com o único intuito de legítima defesa, jamais de ataque “, diz Knoploch no projeto, pedindo em seguida a provação desta “imortante matéria” para o Rio.

O projeto agora precisa ser avaliado por cinco comissões dentro da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), entre elas pela Constituição e Justiça.

Para o advogado Antônio Galvão, presidente da Comissão Especial para Estudos Sobre Legislação do Porte de Armas da OAB- Rio, o projeto é inconstitucional porque apenas a União pode legislar sobre o tema.

“O artigo 22 da Constituição diz que apenas a União pode legislar sobre normas que envolvam material bélico. O estado não pode autorizar outras categorias a ter o porte de armas”.

A antropóloga e professora do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF) Jacqueline Muniz também critica a proposta.

“Este projeto frágil se trata de um oportunismo de mercado , um marketing pessoal em buscas de doações para a próxima campanha. Não é uma projeto para contribuir com a segurança”, afirma.

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Procurado, o deputado Alexandre Knoploch não respondeu o contato da reportagem.

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