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Eduardo Bolsonaro se refere a deputadas como “portadoras de vagina” no Twitter

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Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
Reprodução: iG Minas Gerais

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)

Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) usou as redes sociais nesta quinta-feira (8) para se referir as parlamentares mulheres que discutiam com um deputado bolsonarista na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) como “pessoas portadoras de vagina”.

O filho do presidente publicou no twitter um trecho de uma sessão desta quinta (8) na Comissão onde o deputado Eder Mauro (PSD-PA) discute com Maria do Rosário , deputada do PT .

Confira a publicação, onde Eduardo se referiu a Comissão da Câmara como “gaiola das loucas”:

Sem apresentar provas, Eder Mauro acusa os governos antigos, sem especificar quais, como “comunistas”, de “implementar sexo para crianças de 5 e 6 anos nas escolas”.

A deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) classificou a publicação de Eduardo contendo “frase sexista”, e declarou que irá entrar com representação disciplinar contra o parlamentar no Conselho de Ética da Câmara .

Leia mais:  OCDE vê com "preocupação" a suspensão de investigações com dados do Coaf


Nesta quinta (8), o Conselho de ética arquivou representação contra Eduardo Bolsonaro por declarações pró-ditadura . Em 2019, ele declarou que caso a esquerda radicalizasse , “a resposta poderia ser via AI-5”. Por 12 votos a 5, processo por quebra de decoro parlamentar foi arquivado.

(Sob supervisão de Valeska Amorim)

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STF decide se confirma decisão de Fachin que anulou condenações de Lula; assista

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Ex-presidente Lula
Ricardo Stuckert

Ex-presidente Lula

O Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta quarta-feira (14) se confirma a decisão do ministro Edson Fachin que declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para conduzir os casos envolvendo o ex-presidente Lula. O entendimento permitiu que todas as condenações contra o petista fossem anuladas no âmbito da Operação Lava Jato.

Os ministros vão decidir se mantêm ou se derrubam, na íntegra ou parcialmente, todos os pontos levantados na decisão que o relator da Lava Jato no STF proferiu há cerca de um mês.

Na decisão monocrática, Fachin enviou os quatro processos (triplex do Guarujá, sítio de Atibaia, terreno do Instituto Lula e doações da Odebrecht ao mesmo instituto) à Justiça Federal do DF e determinou o arquivamento da suspeição do ex-juiz federal Sergio Moro.

A estratégia do ministro com a decisão era tentar reduzir danos, tirando o foco de Moro e evitando uma derrota para a Lava Jato. Fachin tinha a expectativa de retirar o objeto de julgamento na Segunda Turma que decidiu sobre a suspeição de Moro.

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